Parlamentares da oposição manifestaram apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL), nesta terça-feira, 25. A 1ª Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia se o ex-presidente se tornará réu por uma suposta tentativa de golpe de Estado em 2022.
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“Quem não deve não teme”, afirmou o líder da oposição na Câmara, deputado federal Zucco (PL-RS), a jornalistas em Brasília. “Estaremos juntos aqui, porque acreditamos, sim, na Justiça. Precisam provar que ele [Bolsonaro] é culpado, e não ele [provar] que é inocente.”
Bolsonaro recebeu apoio nas redes sociais
Nas redes sociais, deputados federais da oposição também manifestaram apoio ao ex-presidente.
Líder do PL na Câmara, Sóstenes Cavalcante (PL-AL) elogiou a postura de Bolsonaro e destacou que o ex-presidente compareceu ao STF por vontade própria. “Parabéns, nosso eterno presidente!”, escreveu em uma postagem no X.
Parlamentares da oposição manifestaram apoio ao ex-presidente Jair Bolsonaro (PL) nesta terça-feira, 25. "Quem não deve, não teme", afirmou o deputado federal Zucco (PL-RS) a jornalistas em Brasília. A Primeira Turma do Supremo Tribunal Federal (STF) avalia se o ex-presidente se… pic.twitter.com/epOZZDnY5m
— Revista Oeste (@revistaoeste) March 25, 2025
O deputado federal Gustavo Gayer (PL-GO) reforçou a declaração de Sóstenes e afirmou que Bolsonaro não era obrigado a comparecer, “mas decidiu ir pessoalmente olhar nos olhos dos seus algozes”.
A deputada Carla Zambelli (PL-SP) disse que é “difícil” suportar o julgamento de alguém que sempre defendeu e continuará defendendo.
O deputado federal Nikolas Ferreira (PL-MG) também comentou o caso. “Advogados recorrentemente afirmando que não tiveram acesso às provas”, escreveu. “Em algum país do mundo isso é considerado justiça?”
Advogados recorrentemente afirmando que não tiveram acesso às provas. Em algum país do mundo isso é considerado justiça?
— Nikolas Ferreira (@nikolas_dm) March 25, 2025
A 1ª Turma do Supremo examina entre esta terça-feira, 25, e quarta-feira, 26, a acusação contra Bolsonaro e sete aliados. Os ministros vão decidir se há provas suficientes para dar início a uma ação penal. Se a denúncia for aceita, os envolvidos passam à condição de réus.
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