PGR defende no STF que CPI da Covid possa quebrar sigilo de Wassef

Palavra final será do ministro Dias Toffoli
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Advogado Frederick Wassef | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo
Advogado Frederick Wassef | Foto: Tiago Queiroz/Estadão Conteúdo

A Procuradoria-Geral da República pediu ao Supremo Tribunal Federal que mantenha a quebra do sigilo fiscal, determinada pela CPI da Covid, do advogado Frederick Wassef, que defende a família do presidente Jair Bolsonaro.

Para pedir a quebra, a CPI argumentou que Wassef teve relação comercial com a empresa Precisa Medicamentos, responsável pela venda da vacina indiana Covaxin ao Ministério da Saúde, contrato que, após denúncias de irregularidades, foi cancelado sem que nenhum dinheiro tenha sido pago.

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Em decisão de agosto, Toffoli havia suspendido a quebra do sigilo do advogado. Agora, caberá ao ministro avaliar se modifica seu posicionamento.

Tanto Wassef quanto a Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) no Distrito Federal recorreram ao STF para barrar a quebra, sob o argumento de violar as prerrogativas da advocacia.

Para o vice-procurador-geral da República Humberto Jacques de Medeiros, as prerrogativas dos advogados não são absolutas e o requerimento da CPI era justificável. Ele pediu, porém, uma modificação no período da quebra.

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