O Partido dos Trabalhadores (PT) e o Partido Comunista do Vietnã (PCV) assinaram um protocolo de cooperação política na sede do PT em Brasília, na segunda-feira 26. Segundo a sigla brasileira, o acordo tem como pilares “a igualdade, independência, respeito mútuo e não interferência em assuntos internos”.
A delegação vietnamita, liderada por Nguyen Trong Nghia, secretário do Comitê Central e presidente da Comissão para Informação e Educação do PCV, esteve no Brasil pela primeira vez. O secretário comentou a visita: “Momento de alegria”.
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Durante o discurso, Gleisi Hoffmann, presidente nacional do PT e deputada federal (PR), criticou o liberalismo econômico. “O governo do presidente Lula é uma oportunidade que temos para estreitar os laços na luta contra o liberalismo”, disse.
Antes da cerimônia, Gleisi afirmou que o intercâmbio político com o PCV é “muito importante” para a história do PT. A presidente da sigla também comentou as eleições de outubro no Brasil. Ela disse que é necessário realizar de uma frente “democrática e progressista” contra o suposto “fascismo” que existiria no Brasil.
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Romênio Pereira, secretário de Relações Internacionais do PT, exaltou a memória de Ho Chi Minh, ex-ditador do Vietnã. O líder autoritário é conhecido por liderar a revolução de agosto, movimento de independência do país contra os franceses e os norte-americanos.
Nghia disse estar satisfeito com o acordo de interesses entre o PT e o PCV. Depois da assinatura do protocolo, houve uma troca de presentes entre as delegações.
Secretária do Foro de São Paulo participa do evento do PT
A secretária-executiva do Foro de São Paulo, Mônica Valente, participou da cerimônia. A organização reúne partidos políticos e movimentos de esquerda na América Latina. O presidente Luiz Inácio Lula da Silva e o ex-ditador de Cuba Fidel Castro fundaram o FSP, em 1990.
Cerca de 120 partidos participam do Foro de São Paulo. No Brasil, além do PT, o PDT, o PCB, o PCdoB e o Cidadania participam da organização.
Também estiveram presentes na reunião Henrique Fontana, secretário-geral do PT; Saulo Dias, secretário de Desenvolvimento e Meio Ambiente; Joaquim Soriano, secretário de Assuntos Institucionais; e Valter Pomar, diretor da Fundação Perseu Abramo.
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Bandidos!
Olavo tem razão.
aí dizem que o pt não é comunista