Randolfe ataca ato pró-Bolsonaro e pede dados sobre ‘aglomeração’

O vice-presidente da CPI da Covid sinalizou que o colegiado pode punir o presidente da República pela 'motociata'
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Randolfe promete acionar os governos estadual e municipal do RJ
Randolfe promete acionar os governos estadual e municipal do RJ | Foto: José Cruz/Agência Brasil

O vice-presidente da Comissão Parlamentar de Inquérito (CPI) da Covid-19, senador Randolfe Rodrigues (Rede-AP), afirmou que a CPI vai pedir informações sobre o ato pró-Bolsonaro ocorrido no Estado do Rio de Janeiro. Os governos estadual e municipal serão acionados. “Trata-se de um acinte às quase 450 mil famílias enlutadas”, declarou o congressista, em entrevista à GloboNews, no domingo 23. Conforme noticiou a Revista Oeste, o presidente da República arregimentou 10 mil seguidores durante a “motociata”. No encontro, o chefe do Executivo ressaltou a importância da liberdade das pessoas ao criticar as medidas restritivas de prefeitos e governadores. 

“Queremos saber se houve autorização para o evento. Se não houve, cobraremos quais providências serão tomadas para responsabilizar o presidente da República por conta da clara infração à ordem sanitária”, prometeu Randolfe, ao mencionar decretos de isolamento social. Na manhã de ontem, sete senadores da CPI trataram da manifestação em prol do Palácio do Planalto. Entre as medidas discutidas está convocar o governador do RJ, Cláudio Castro (PSC), e o antecessor Wilson Witzel (PSC), de modo a falarem sobre “aglomerações”. Avalia-se chamar, novamente, o ex-ministro da Saúde Eduardo Pazuello (que participou da manifestação) e o titular da pasta, Marcelo Queiroga.

Leia também: “Circo Parlamentar de Inquérito”, reportagem publicada na Edição 61 da Revista Oeste

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