Um avião da Força Aérea Brasileira (FAB) partiu de Brasília na manhã da última segunda-feira, 26, levando autoridades dos Três Poderes a San José, capital da Costa Rica. A viagem teve como motivo a posse do juiz brasileiro Rodrigo Mudrovitsch no comando da Corte Interamericana de Direitos Humanos.
Entre os passageiros estavam o presidente da Câmara dos Deputados, Hugo Motta (Republicanos-PB); a ministra-chefe das Relações Institucionais, Gleisi Hoffmann; o advogado-geral da União e indicado ao Supremo Tribunal Federal (STF), Jorge Messias; o ministro Gilmar Mendes, decano do STF; além do ministro das Cidades, Jader Filho; do governador do Pará, Helder Barbalho (MDB); e do deputado federal Lindbergh Farias (PT-RJ).
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Durante o trajeto, de acordo com relatos de integrantes da comitiva ao portal Metrópoles, as conversas entre Motta, ministros do governo e do STF abordaram projeções para o cenário eleitoral de 2026 em Estados estratégicos do país.
O clima entre os presentes foi descrito como de alinhamento entre Motta, Gleisi e Lindbergh.
A proximidade entre esses nomes contrasta com episódios ocorridos no fim de 2025, quando Hugo Motta e Lindbergh Farias protagonizaram um rompimento político, situação que agora parece superada durante a missão oficial à Costa Rica.
Motta prioriza pauta do governo no retorno das atividades do Legislativo
Nesta semana, Motta anunciou a pauta da primeira semana de fevereiro depois da reunião com o Colégio de Líderes. O encontro ocorreu na quarta-feira 28, antes do retorno das atividades do Legislativo, previsto para a próxima segunda-feira, 2.
Em um gesto de alinhamento com o governo Lula, Motta colocou na pauta da próxima semana a Medida Provisória Gás do Povo; o Congresso precisa votá-la até 12 de fevereiro, às vésperas do Carnaval, para que continue válida.
Leia também: “Os Poderes apodrecem na Praça”, artigo de Augusto Nunes publicado na Edição 306 da Revista Oeste
Nesta sexta-feira, 30, Motta criticou a ministra do Planejamento, Simone Tebet, depois de ela afirmar que o Congresso “sequestrou” parte do Orçamento.
Segundo Motta, Tebet errou ao tratar das emendas parlamentares, que, afirmou, dão voz a Estados, municípios e às prioridades da população. Para o presidente da Câmara, divergências são naturais na democracia, mas exigem cuidado com termos que deslegitimam o papel do Parlamento.
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E um avião desses não cai…..
Por que vemos uma situação “política” (pura corrupção) dominando e nunca acontece justiça de verdade? Bolsonaro previu e estamos cada vez piores.
Uma oportunidade única para o Brasil se livrar destes doentes corruptos de uma só vez
Nossa que baixo astral essa turma . Juntos então o Brasil não aguenta …
Alguém deveria informar ao motta que o que deslegitima o papel do parlamento não são as palavras da Tebet, são as atitudes dele mesmo e de seu homólogo no Senado. Ficar lambendo o decano do STF não legitima o Congresso como um poder independente.
O que há de porcaria, todos unidos.
Vade retro….