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Tecnologia

Rumble se manifesta sobre retorno ao Brasil

Moraes determinou o banimento da plataforma em fevereiro do ano passado

Para o advogado da Rumble, Martin De Luca, Moraes violou leis brasileiras e norte-americanas | Foto: Reprodução/Oeste com Elas
Em nota à Oeste, o advogado Martin De Luca, que representa a empresa no Brasil, confirmou os relatos sobre o retorno do acesso à plataforma | Foto: Reprodução/YouTube/Revista Oeste

Desde o início da tarde desta quinta-feira, 5, perfis nas redes sociais passaram a divulgar imagens da Rumble operando normalmente no Brasil.

A plataforma estava indisponível desde fevereiro de 2025, por determinação do ministro Alexandre de Moraes, do Supremo Tribunal Federal (STF).

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Em nota à Oeste, o advogado Martin De Luca, que representa a empresa no Brasil, confirmou os relatos sobre o retorno do acesso à plataforma, mas informou não ter recebido qualquer notificação do STF sobre o eventual desbloqueio.

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“Temos conhecimento de relatos públicos indicando que o acesso à plataforma Rumble pode ter sido restabelecido no Brasil”, afirmou o advogado. “Caso confirmado, trata-se de um sinal positivo e bem-vindo.”

“Até o momento, no entanto, a Rumble não recebeu qualquer comunicação oficial ou decisão formal que suspenda o banimento, interrompa a aplicação das multas diárias ou esclareça o status jurídico das ordens anteriores”, continuou.

De Luca também afirmou que espera que os órgãos competentes formalizem qualquer mudança em curso por meios institucionais adequados, “garantindo segurança jurídica e respeito ao devido processo legal”.

Moraes ordenou o banimento da Rumble

O movimento ocorre dois dias depois de a defesa das empresas Rumble e Trump Media solicitar à Justiça Federal dos Estados Unidos que intime o ministro Alexandre de Moraes por meio de seu e-mail institucional.

Moraes determinou o bloqueio da Rumble no Brasil em fevereiro do ano passado. O ministro ordenou a suspensão depois de a empresa se recusar a cumprir decisões judiciais, como a remoção do perfil do jornalista Allan dos Santos.

Leia também: “O despachante do STF”, artigo de Cristyan Costa publicado na Edição 307 da Revista Oeste

O STF condicionou o fim do bloqueio à nomeação de um representante legal no país, ao pagamento de multas e ao cumprimento das ordens judiciais. A Anatel foi responsável por aplicar a medida.

A Rumble classificou a decisão como “censura extraterritorial” e afirmou que o bloqueio também afetou plataformas que usam sua infraestrutura, como a Truth Social.

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3 comentários
  1. Gilberto Novaes
    Gilberto Novaes

    Popis é! “Devido processo legal”! Que saudades!
    Com a Graça de Deus, teremos o restabelecimento do devido processo legal no Brasil.

  2. Luiz fernando Chalet ferreira
    Luiz fernando Chalet ferreira

    Quando se proibe , dá manchete .Quando se é obrigado a liberar…

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