Abin renova contrato com TSE para aumentar segurança das urnas eletrônicas

Agência vinculada ao Gabinete de Segurança Institucional (GSI) colabora com a Justiça Eleitoral desde 1998
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Parceria entre Abin e a Justiça Eleitoral acontece desde 1998
Parceria entre Abin e a Justiça Eleitoral acontece desde 1998 | Foto: Agência Brasil

A Agência Brasileira de Inteligência (Abin) renovou um contrato com o Tribunal Superior Eleitoral (TSE) para garantir a segurança das urnas eletrônicas, informa o jornal O Estado de S. Paulo. O acordo de cooperação foi fechado no valor de R$ 2.455,140,00. O órgão atua há 23 anos no apoio à realização das eleições no Brasil.

A renovação do termo foi assinada no dia 27 de maio deste ano. O contrato prevê apoio, orientação e a atuação de técnicos especializados da agência nas áreas de criptografia, segurança de hardware e das comunicações, segurança e auditoria de sistemas de votação, segurança física e computação forense.

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Segundo o Gabinete de Segurança Institucional (GSI), órgão ao qual a Abin é ligada, a agência colabora com a Justiça Eleitoral desde as eleições desde 1998, elaborando o código-fonte de algoritmos para uso exclusivo do TSE, realizando assinatura do software dos arquivos de resultado das votações e executando outros serviços de criptografia para assegurar a segurança das urnas eletrônicas.

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A tecnologia criptográfica é fornecida integralmente pelo Centro de Pesquisa e Desenvolvimento para a Segurança das Comunicações (Cepesc), área da Abin responsável pelo desenvolvimento de programas e ferramentas que garantem a transmissão segura de informações.

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“A participação da Abin no processo eleitoral é resultado de uma parceria baseada na confiança e na competência técnica da agência em criptografia”, afirma ao jornal José Carrijo, servidor aposentado da Cepesc. “A Abin poder participar efetivamente com toda a equipe do TSE é entendido como um privilégio.”

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Recentemente, o diretor-geral da Abin, Alexandre Ramagem, fez coro às críticas do presidente Jair Bolsonaro ao sistema 100% eletrônico de votação no Brasil. Ele defendeu a proposta do voto verificável, que foi derrotada no plenário da Câmara dos Deputados. “Voto auditável significa evolução das urnas eletrônicas e segurança ao pleito eleitoral”, escreveu Ramagem no Twitter. “Assegura integridade e transparência aos resultados do sufrágio universal. Compromisso com a representatividade popular e a democracia. […] Eleições democráticas com contagem pública dos votos.”

Com informações do jornal O Estado de S. Paulo

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