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'Saúde é favorável à vacina, desde que não seja compulsória', diz ministro

Marcelo Queiroga ainda defendeu a imunização das crianças de 5 a 11 anos apenas depois da avaliação de um médico

vacina
Ministro da Saúde, Marcelo Queiroga | Foto: Tony Winston/MS

O ministro da Saúde, Marcelo Queiroga, voltou a reforçar a necessidade de um debate público para fornecer suporte para que os pais tomem a melhor decisão quanto à vacinação de crianças de 5 a 11 anos de idade contra a covid-19.

“Naturalmente que a decisão da Agência Nacional de Vigilância Sanitária foi lastreada, mas são resultados de curto prazo. Por isso, a discussão tem de servir de suporte para que os pais tomem a melhor decisão”, disse o ministro, em entrevista nesta quinta-feira, 30, ao Jornal da Manhã, da rádio Jovem Pan.

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“A recomendação do ministério é favorável a essa vacinação, desde que não seja compulsória, tenha autorização dos pais e que seja necessária avaliação de um médico”, defendeu Queiroga.

O ministro também criticou os governadores que anunciaram que não vão exigir a prescrição médica para a vacinação de crianças.

Na semana passada, o Conselho Nacional de Secretários de Saúde desafiou abertamente as determinações do governo federal.

“Os governadores anunciando que vão dispensar a prescrição médica. Eles são médicos? Ou estão interferindo nas suas secretarias estaduais?” questionou.

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Queiroga ainda acrescentou que “a prescrição é um corolário do ato médico. A exigência da prescrição não é uma burocracia, isso faz parte do ato médico”.

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11 comentários
  1. Alberto Torres
    Alberto Torres

    Suícidio não é crime, mas instigação é.
    Ninguém me convence que o Quiaboroga joga limpo.

  2. Paulo Rogério do Amaral Lyra
    Paulo Rogério do Amaral Lyra

    Debate público, nesse caso, não tem fundamentação científica alguma, principalmente se essas pessoas estão submetidas à mentiras e pressões que as fazem crer que essas vacinas estão prontas e liberadas para uso humano; que são seguras e eficazes e que são a cura definitiva para a infecção do vírus Corona. Não sei porque o Presidente Bolsonaro ainda mantém alguém na sua equipe que não comunga das suas opiniões e convicções. Todo e qualquer profissional oriundo da área de saúde – exceto os militares – estão corrompidos ou sujeitos à corrupção dos grandes laboratórios. É a realidade. Mesmo que a “santíssima” ANVISA as aprove, o Ministro da Saúde aprove, o Congresso Nacional aprove, o STF aprove, os Governadores, os Prefeitos e os Secretários Municipais de Saúde aprovem, a culpa, o ônus, o erro será, no final, na opinião pública do Bolsonaro. Quando as crianças começarem a cair igual aos jogadores nos campos de futebol, somente uma pessoa será acusada injustamente. Os pais sim, serão na verdade os verdadeiros culpados pelas mortes e pelos graves efeitos colaterais futuros de seus
    filhos.

  3. SERGIO JOBIM DUTRA
    SERGIO JOBIM DUTRA

    NENHUMA CRIANÇA JAMAIS MORREU EXCLUSIVAMENTE DE COVID, NENHUMA! NENHUMA CRIANÇA JAMAIS TRANSMITIU COVID, NENHUMA! MILHARES DE CRIANÇAS JÁ MORRERAM OU FICARAM INVÁLIDAS POR CAUSA DAS “VACINAS” PARA COVID. FATOS, APENAS FATOS. QUEM FORÇAR A VACINAÇÃO DE CRIANÇAS É ASSASSINO, É PSICOPATA, É GENOCIDA. E GENOCIDA A GENTE FAZ COMO FIZERAM COM O KADAFFI.

    1. Paulo Rogério do Amaral Lyra
      Paulo Rogério do Amaral Lyra

      Nesse caso teremos vários pais e mães Kadafis no Brasil. Além de Secretários de Saúde Municipais, Prefeitos, Governadores, Congressistas e Ministro da Saúde além de integrantes de outros órgãos detestáveis. Mas os principais são os pais, mães e responsáveis que permitirão a experiência com seus filhos.

  4. Vanessa Días da Silva
    Vanessa Días da Silva

    Tenho certeza de que ele está sendo pressionado inclusive pela maior interessada em lucro para sujeitar nossas crianças, e com campanhas abertas daquela emissora podre com aquele médico protetor de estupradores, alguns pais estão ávidos em injetarem seus filhos. Pois bem, que se disponibilize as vacinas porém não obrigue e proíba qualquer tipo de tratamento diferenciado, segregação ou discriminação entre vacinados e não vacinados.

  5. SERGIO JOBIM DUTRA
    SERGIO JOBIM DUTRA

    PORRA, ISSO AÍ NÃO SÃO VACINAS, BANDO DE JUMENTOS RETARDADOS. São modificadores genéticos que não imunizam, não evitam internações, não evitam contágio, não evitam as mortes. ISSO É FATO, PORRA DO CACETE, SERÁ QUE NÃO ENXERGAM O QUE ESTÁ ACONTECENDO TODOS OS DIAS?? MAIS DE 100 NAVIOS DE CRUZEIROS, TODOS VACINADOS, TESTADOS, MASCARADOS…SURTO DE COVID. ATLETAS, ARTISTAS, GENTE NORMAL, TODOS MORRENDO AOS MILHARES DA VACINA. A REALIDADE NÃO INTERESSA PARA ESSES CANALHAS, PREFEREM SE FAZER DE CEGOS E SURDOS PARA CONTINUAREM A RECEBER COMISSÕES MILIONÁRIAS DOS LABORATÓRIOS. ESPERO QUE UM DIA TODOS SEJAM JULGADOS E ENFORCADOS COMO OS NAZISTAS FORAM.

  6. Marcelo Gurgel
    Marcelo Gurgel

    Esse infeliz devia utilizar seus filhos e netos como cobaias de uma vacina experimental e daqui há cinco anos informar os resultados do experimento familiar.

  7. Oswaldo De Amorim Garcia
    Oswaldo De Amorim Garcia

    Deixando de lado quaisquer fatores secundários e irrelevantes, como o político ou regime de governo, até porque a questão aqui é vida e vida de crianças e por isso, o ideal seria deixarmos de lado a cultura de povo subdesenvolvido e valorizar o futuro das nossas crianças. Pensando assim, entendo plausivel o cuidado que o governo tem ao lidar com esse assunto, sabendo que dos 209 paises do mundo, somente 39 estão autorizando a vacinação entre 5 a 11 anos e a maioria somente nos casos de comorbidades.

  8. Roberto Fakir
    Roberto Fakir

    Marcelo Queiroga deveria mostrar as informações a respeito da realidade da vacinação de crianças em rede nacional. Mostrar que só crianças com comorbidades morrem de covid. Se não fizer isso, não encha o saco e disponibilize a vacina para quem quiser arriscar entregar a criança para cobaia. Tem que ser claro.

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