Itaubal, município do Amapá que se limita com a capital Macapá, chama a atenção por alguns dados. Um dos exemplos é referente ao mercado de trabalho formal.
A cidade amapaense conta com apenas 28 pessoas com carteira assinada no setor privado, informa o jornalista Uiliam Grizafis, em reportagem publicada na Edição 313 da Revista Oeste. O dado parte de registros oficiais do Cadastro Geral de Empregados e Desempregados.
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A matéria, entretanto, não se limita ao mercado de trabalho em Itaubal. O texto mostra como o município é dependente do Bolsa Família.
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“Sucessivos governos do PT submeteram eleitores a um sistema paternalista. A história mostra que o modelo gera desemprego e pobreza”, afirma Grizafis. “Um exemplo claro está na cidade de Itaubal, no leste do Amapá, onde 93% da população depende do Bolsa Família. Em fevereiro, o programa atendeu 5,6 mil beneficiários no município de 6 mil habitantes, ao custo de R$ 1,4 milhão.”

Itaubal, no Amapá: sem trabalhadores formais e sem receita
A situação da cidade amapaense também é crítica na geração de receita. Nesse sentido, o caixa da prefeitura local conta com apoio direto do governo federal.
“Com receita anual de R$ 900 mil e sem uma base econômica sustentável, Itaubal depende de verbas da União, que repassou R$ 54 milhões ao longo de 2025 — o equivalente a R$ 8,7 mil por habitante”, informa a reportagem de Oeste. “A cifra é 12 vezes maior que a destinada a São Paulo. Na cidade mais produtiva do Brasil, a média por morador foi de R$ 733. O custo mensal do itaubense médio para a União equivale ao do paulistano no ano inteiro.”
Esses e outros dados constam na matéria “A cidade que vive do Bolsa Família”. A íntegra está disponível à comunidade de mais de 100 mil assinantes da Revista Oeste.
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É por isso que a representatividade tem que ser revista ou reformar a constituição para que seja possível a divisão do Brasil em países menores. Estou kagando para o legado de Brasil país do futuro, isso aqui é o país do retardo.
Que absurdo…!