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Economia

Argentina tem superávit fiscal pelo 2º ano consecutivo em 2025

Com forte controle de gastos e congelamento orçamentário, Milei consolida política de déficit zero

O presidente da Argentina, Javier Milei, no Congresso Nacional de Buenos Aires. Foto | REUTERS/Matias Baglietto/File Photo
O presidente da Argentina, Javier Milei, no Congresso Nacional de Buenos Aires. Foto | REUTERS/Matias Baglietto/File Photo

Depois de implementar cortes e adotar medidas restritivas nas despesas, a Argentina obteve saldo positivo em suas contas públicas pelo segundo ano seguido em 2025. O anúncio, feito pelo governo nesta sexta-feira, 16, atribuiu o resultado à política de “déficit zero” estabelecida pelo presidente Javier Milei.

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No ano passado, o superávit primário alcançou 1,4% do Produto Interno Bruto (PIB). Enquanto isso, o superávit fiscal ficou em 0,2% do PIB, conforme detalhou o ministro da Economia, Luis Caputo, em publicação no X. Esse desempenho não era registrado em dois anos consecutivos desde 2008 no país.

Resultados e política fiscal da Argentina de Milei

acordo Argentina
Bandeira da Argentina | Foto: Bernardo Brandolin/Pexels

Os números mostram uma leve queda em relação ao ano anterior, quando o superávit primário foi de 1,8% e o fiscal atingiu 0,3%. Milei comemorou o feito e declarou: “A âncora fiscal [déficit zero] é e será uma política de Estado”, afirmou o presidente, também na rede social X.

Para alcançar o resultado de 2025, o governo promoveu forte contenção de despesas, reduziu subsídios e manteve congelados os orçamentos de áreas como saúde, educação, pesquisa científica e obras públicas.

Leia também: “A sutil diferença entre a gestão pública… e a privada”, artigo de Gustavo Segré publicado na Edição 305 da Revista Oeste

O ministro da Economia, Luis Caputo, ressaltou que “a ordem nas contas públicas e o crescimento econômico permitirão continuar devolvendo recursos ao setor privado na forma de redução de impostos”.

Leia mais: “O otimismo dos analistas com o Brasil”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 305 da Revista Oeste

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5 comentários
  1. Carlos Soares
    Carlos Soares

    A esquerdalha pira.
    Os doutrinadores estão viajando na maionese, mandando os doutrinados dizerem que são “dados manipulados”.
    Só se o márcio porchman for o responsável pelo levantamento e divulgação dos dados.
    Segundo os doutrinados, bom era o governo anterior, sem inflação, sem pobreza, investimentos estrangeiros crescendo… Então tá.

  2. Antonio Da Silva
    Antonio Da Silva

    Números maquiados. É fácil. Corta-se investimentos, corta-se salário e aumento para aposentados, empresta-se 40 bilhões de dólares, sendo 20 só dos EUA para colocar no balanço. A Argentina é um fracasso monumental. E vai ruir em breve.

    1. Fernando MB
      Fernando MB

      Ué, porque os governos de esquerda não tiveram, já que eram os especialistas em maquiagem dos números? Eles também tiveram empréstimos maiores do que este (que aliás nem chegou aos US20bi, portanto você mente).
      Aceita que dói menos, reduzir o Estado funciona, e a quantidade de argentinos recebendo dinheiro sem trabalhar ainda é enorme. Eles estão melhores que o brasileiro

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