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Economia

Atividade econômica volta a cair em outubro, informa Banco Central

No acumulado do trimestre encerrado em setembro, o indicador do BC mostrou queda de 0,42%

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O IBC-Br é um indicador de análise da evolução da atividade econômica do país – uma ferramenta que ajuda o BC a tomar decisões sobre a Selic, taxa básica de juros | Foto: Montagem Revista Oeste/Shutterstock

Outubro registrou o terceiro mês seguido com queda na atividade econômica, informou o Banco Central (BC), nesta quarta-feira, 20. De acordo com o Índice de Atividade Econômica do Banco Central (IBC-Br), houve uma redução de 0,06% ante setembro.

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O IBC-Br é um indicador de análise da evolução da atividade econômica do país – uma ferramenta que ajuda o BC a tomar decisões sobre a Selic, taxa básica de juros. O índice incorpora informações sobre a atividade econômica nos setores de indústria, comércio e serviços e agropecuária.

Na comparação com o mesmo mês de 2022, o indicador apresentou um crescimento de 1,54%. No acumulado em 12 meses, houve um aumento de 2,19%. Já no acumulado do trimestre encerrado em setembro, o indicador teve queda de 0,42%.

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Embora seja conhecido como “prévia do PIB”, a metodologia do Banco Central para medir o IBC-Br é diferente da usada para o Produto Interno Bruto (PIB) do país, o indicador oficial da economia do Brasil. Segundo a autarquia, o índice “contribui para a elaboração de estratégia da política monetária, mas não é exatamente uma prévia do PIB”.

Banco Central não adiantou quando vai parar de reduzir a Selic

Banco Central Juros
O ritmo da diminuição da Selic dependerá da inflação no primeiro semestre de 2024 | Foto: Marcello Casal/Agência Brasil

Em virtude do comportamento do nível de preços da economia (inflação) durante o semestre, o BC diminuiu os juros pela quarta vez em seis meses, em um ciclo de cortes de 0,5%. Na ata da última reunião, o Comitê de Política Monetária (Copom) não adiantou quando vai parar de reduzir a Selic.

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Segundo o comitê, o ritmo da diminuição da Selic dependerá do comportamento da inflação no primeiro semestre de 2024.

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