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Economia

BC entrega ao TCU detalhamento de medidas adotadas até a liquidação do Master

A autarquia explicou a cronologia técnica e documentada das ações realizadas em relação ao banco desde 2023

Banco Master | Foto: Reprodução/ Redes sociais
Fachada da sede do Banco Master, na região da Avenida Brigadeiro Faria Lima, em São Paulo; instituição foi liquidada pelo Banco Central | Foto: Reprodução/Redes sociais

O Banco Central (BC) informou ao Tribunal de Contas da União (TCU), nesta segunda-feira, 29, todos os procedimentos adotados desde 2023 até a liquidação extrajudicial do Banco Master. A resposta foi entregue no prazo final estipulado pelo TCU e apresenta uma cronologia detalhada das medidas tomadas pelo órgão para justificar a intervenção.

Segundo apuração da emissora CNN, o BC busca evidenciar que a medida foi resultado de um processo técnico e documentado, e não de uma decisão apressada. O documento enviado ao TCU indica que todos os protocolos previstos na Lei 9.447 foram seguidos, incluindo tentativas de alternativas privadas e ações de saneamento para evitar riscos sistêmicos ao sistema financeiro.

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No setor financeiro, a principal preocupação é que eventuais reveses na liquidação do Master tragam impactos ao mercado. O TCU e o Supremo Tribunal Federal conduzem investigações sob sigilo, incluindo acareação entre Daniel Vorcaro, do Master, Paulo Henrique Costa, ex-diretor do Banco de Brasília (BRB) e Aílton de Aquino Santos, diretor de fiscalização do BC.

Dias Toffoli acareação Master
Dias Toffoli marcou acareação para 30 de dezembro | Foto: Ton Molina/STF

As iniciativas são vistas como medidas que colocam o BC sob suspeita, na contramão da expectativa do setor.

De acordo com o relato ao TCU, o BC identificou, em 2023, fragilidades no Banco Master, como aumento acelerado do passivo e concentração em ativos de pouca liquidez, especialmente precatórios. Alterações nas normas do próprio BC limitaram o uso desses ativos para proteção do Fundo Garantidor de Crédito (FGC), o que afetou a estrutura financeira do banco.

Nesse contexto, surgiram indícios de fraude, formalmente comunicados ao Ministério Público.

Um segurança permanece de guarda em frente ao Banco Master, depois da prisão do acionista controlador da instituição financeira, o empresário Daniel Vorcaro, em São Paulo, Brasil, em 18 de novembro de 2025 | Foto: Reuters/Amanda Perobelli

BC mostra tentativas de solução privada no caso do Banco Master

O BC detalhou ao TCU as tentativas de solução privada, como a possível aquisição pelo BRB, que foi submetida a várias análises e teve o escopo da operação reduzido por falta de informações adequadas. Diante do aumento do risco, a diretoria decidiu rejeitar a transação.

Outro ponto abordado foi o papel do FGC em 2025, quando a restrição à captação e aos pagamentos de Certificados de Depósito Bancário garantidos pelo fundo fez o passivo do Master diminuir, mas agravou a crise de liquidez.

Durante todo o processo, o Banco Central solicitou novos aportes de capital e recusou operações que apresentavam irregularidades na origem dos recursos, com novas comunicações aos órgãos de investigação.

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3 comentários
  1. Julio José Pinto Eira Velha
    Julio José Pinto Eira Velha

    Brasil o país das coincidências, principalmente nas maracutais, pelo visto o problema do banco começou em 2023, o que está motivando a ação da tropa de choque, para encobrir mais essa coincidência.

  2. COLETTO ASSESSORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA
    COLETTO ASSESSORIA EM SEGURANÇA DO TRABALHO LTDA

    PT LULA + MORAES DESEJAM MINAR AÇÕES TECNICAS FINANCEIRAS DO BC E USAM ATE DEFESA DE UMA EX COZINHEIRA

  3. Lourival Nascimento
    Lourival Nascimento

    Apois… A velha, desacreditada, venal imprensa é parte importante da desgraça moral e institucional do Brasil. Uma Madalena tardiamente arrependida, essa velha, desacreditada e venal imprensa acha que os brasileiros se esqueceram do que ela fez desde a campanha que elegeu Bolsonaro, passando pela facada do PSOLISTA Adélio Bispo. Também lembramos que o CORRUPTO Rodrigo “ Botafogo “ Maia, seu codinome nas planilhas da CORRUPÇÃO da Odebrecht, forjou a presença do PSOLISTA Adélio Bispo na Câmara dos Deputados em conluio com o desimportante e fujão Jean Wyllys, que VENDEU seu MANDATO, dando uma sonora banana para os seus eleitores. O comprador do mandato foi o jornalista Glenn Greenwald, para que seu marido assumisse a vaga do fujão desimportante Jean Wyllys. É o mesmo Glenn Greenwald, que abdicando de fazer jornalismo no caso da Vaza Toga, enfiou o rabinho entre as pernas, e como faz todo rato, recolheu-se na proteção da escuridão que assombra os covardes. A velha, desacreditada e venal imprensa tenta se redimir, mas Nossa Senhora da Internet lhe desmascara, dia sim, outro também. Vejam a indigência moral e profissional dos escrevinhadores apelidados de jornalistas. ESTADÃO “Gonet não vê pressão de Moraes nem ilegalidade em contrato de esposa e arquiva investigação” FOLHA DE SÃO PAULO “Gonet afirma não ver ilicitude em contrato do Master com escritório de familiares de Moraes” A semelhança das chamadas dá bem o escopo do apagão do jornalismo que abdicou do jornalismo. Grande parte do desarranjo moral e institucional desse Brasil em frangalhos morais e parâmetros de JUSTIÇA é culpa da velha, desacreditada e venal imprensa. A velha imprensa que hoje fustiga com razão o LUPANAR envolvendo grandes conglomerados financeiros e a aliança insidiosa, podre, fétida e viciada concessão de que esposas, maridos, parentes e aderentes de Ministros do STF atuem em PROCESSOS sob a tutela deles. Não é mero acaso a EXPLOSÃO de casos onde a esposa de Toffoli atue na defesa de um gigantesco valor sobre “ artes “ da JBS, no valor de 10,3 BILHÕES DE REAIS, cuja advogada é a sortuda Roberta Rangel, esposa do mesmo Toffoli. Considerando que os honorários advocatícios em Brasília, segundo a inerte, ineficiente e cúmplice OAB, varia entre 20 e 30%, que dá média de 25% Sabemos que as partes podem negociar valores dos honorários, mas na pedra bruta, a família Toffoli ficou mais rica 2 BILHÕES QUINHENTOS E SETENTA E CINCO MILHÕES DE REAIS. Daí que vem mais. Sancionado pela Lei Magnitsky, o multimilionário Ministro Alexandre de Moraes, talvez, quiçá, eventualmente, recorreu ao Banqueiro kamikaze Daniel Vorcaro, que “ contratou “ a advogada Viviane Barci de Moraes, que por mero acaso, é esposa do Ministro Moraes. A “ sortuda “ advogada Viviane assinou um Contrato no módico valor de 129 MILHÕES DE REAIS, para prestação de serviços advocatícios por demanda, com pagamentos MENSAIS PRIORITÁRIOS de R$ 3.600.000,00 valor MUITO MAIOR que pagam por exemplo as maiores empresas do Brasil, ou estrangeiras que atuam aqui. O Banco Master, do Daniel Vorcaro estava pela bola sete e o BC o liquidou. Foi uma bomba que até hoje fede pólvora, enxofre, dúvidas e tremores no DF, tão acostumado com tenebrosas transações. Não é necessário ser um gênio em matemática, para intuir, se isso ainda se pode pensar, que o sancionado Ministro Alexandre de Moraes entregou parte da sua multimilionária fortuna ao Vorcaro, que entregaria todos os meses R$ 3.600.000,00 limpinhos da silva. Depois se sabe, que o integrante do Banco Central, Ailton de Aquino Santos, que era CONTRA a liquidação imediata do Banco Master, vai depor, sabe Deus sob quais estratagemas e armadilhas, TALVEZ, QUIÇÁ, EVENTUALMENTE, DESLIQUIDAR, SIM, DESLIQUIDAR o Banco Master, pois o celular do Vorcaro tem coisas, fotos, comprovantes, recibos, cabulosos diálogos capazes de implodir a insidiosa cumplicidade de figurões com o Daniel Vorcaro. Não estranhem, como no caso do Ministro Teori, Vorcaro seja “ SUICIDADO “ antigo e eficaz método petista, vide Celso Daniel e Toninho do PT. Como disse o Ministro Marco Aurélio Mello, “ PEGA FOGO, CABARÉ “. Se bem que cabarés sendo o que são, têm regras mais sólidas e honestas.

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