Brasil terá mais 100 leilões até 2022, diz Tarcísio de Freitas

Entre os projetos de concessão que deverão ir a leilão até o fim deste ano, o ministro destacou a Nova Dutra e a sexta rodada de concessão de 22 aeroportos
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Ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas | Foto:
Ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas | Foto:

Entre os projetos de concessão que deverão ir a leilão até o fim deste ano, o ministro destacou a Nova Dutra e a sexta rodada de concessão de 22 aeroportos

Ministro da Infraestrutura Tarcísio Gomes de Freitas | Foto: Ricardo Botelho/MInfra
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O ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, disse nesta terça-feira, 28, que até o fim de 2022 serão leiloados mais de 100 ativos do governo.

Em evento virtual promovido pela Apex-Brasil ele destacou as oportunidades em projetos de concessão em vários modais, que têm o potencial de atrair  investimentos milionários.

“O Brasil é um país que desperta a atenção de todos. Tivemos uma trajetória de crise, no passado, e agora estamos promovendo uma mudança estrutural, principalmente em reformas, que vão fazer com que o investidor tenha interesse em participar de nossos leilões”, afirmou o ministro.

Entre os projetos de concessão que deverão ir a leilão até o fim deste ano, o ministro destacou a rodovia Nova Dutra e a sexta rodada de concessão de 22 aeroportos.

Tarcísio Gomes de Freitas lembrou que já foram enviados 34 projetos para análise do Tribunal de Contas da União (TCU), que, juntos, preveem R$ 60 bilhões em investimentos, e que até o fim deste ano serão enviados outros 12 ativos.

“O investidor não precisa se preocupar, pois nós temos liquidez, portfólio sofisticado, com sinergia e que permitirão upsides em seus negócios. E também temos a tradição de manutenção de contratos, que ocorre mesmo durante a pandemia da covid-19. Tenho certeza que as empresas estarão presentes em nossas rodadas”, finalizou.

Ainda segundo o ministro, o cenário ficou mais atrativo com a aprovação do teto dos gastos, que iniciou uma trajetória de recuperação fiscal, e com a reforma da Previdência. Além disso, a queda dos juros teve continuidade, com a taxa Selic em 2,25%, o que é “extraordinário” para os investimentos em infraestrutura.

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