publicidade
Economia

Governo amplia subsídios ao diesel para conter alta dos combustíveis

Medidas entram em vigor diante do avanço do preço do petróleo no mercado internacional

Região Norte tem o maior preço do diesel no Brasil | Foto: Arquivo/Agência Brasil
O diesel é um dos combustíveis mais importantes para a logística rodoviária brasileira | Foto: Arquivo/Agência Brasil

O governo federal ampliou os subsídios ao óleo diesel e prorrogou até 31 de julho benefícios tributários sobre combustíveis, em uma tentativa de conter a alta de preços provocada pelo aumento do petróleo no mercado internacional. As medidas entram em vigor a partir desta segunda-feira, 1º.

Leia mais notícias de Economia em Oeste

Receba nossas atualizações

A principal mudança é a criação de uma subvenção de R$ 1,12 por litro de óleo diesel destinada a refinarias nacionais e importadores. O benefício, custeado pela União, substitui programas de subsídio que terminam neste domingo, 31.

Além disso, o governo criou uma nova compensação de R$ 0,35 por litro para o diesel rodoviário, mecanismo que substitui a desoneração de impostos federais sobre o combustível. Na prática, produtores e importadores voltarão a recolher tributos como PIS e Cofins, mas receberão compensação financeira equivalente ao valor pago, em um modelo descrito pelo governo como uma espécie de “cashback”.

Novo subsídio ao diesel e compensação tributária

Também foi prorrogada até 31 de julho a isenção de impostos sobre a venda e importação de querosene de aviação (QAV) e biodiesel. Com isso, permanecem zeradas as alíquotas de PIS, Pasep e Cofins sobre os dois combustíveis, cujo benefício venceria neste domingo.

O governo ainda estendeu o programa de subsídios ao gás de cozinha (GLP) até o fim de julho e dobrou os recursos destinados à medida, de R$ 330 milhões para R$ 660 milhões. Segundo o Executivo, o valor permitirá um benefício equivalente a R$ 11 por botijão de 13 quilos.

De acordo com o ministro do Planejamento, Bruno Moretti, o conjunto das medidas terá custo estimado de R$ 30,5 bilhões. Apesar disso, o governo afirma que não haverá impacto nas contas públicas, sob o argumento de que a compensação virá de outras receitas, como tributos incidentes sobre o diesel e royalties pagos pela exploração de petróleo.

Leia também: “O Brasil se tornou uma armadilha para os investidores”, artigo de Carlo Cauti publicado na Edição 251 da Revista Oeste

Leia mais:

Leia mais sobre:

0 comentários
Nenhum comentário para este artigo, seja o primeiro.
Canal Oeste
Nossos colunistas
Foto do autor J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
J. R. Guzzo (diretor perpétuo)
Foto do autor Augusto Nunes
Augusto Nunes
Foto do autor Ana Paula Henkel
Ana Paula Henkel
Foto do autor Guilherme Fiuza
Guilherme Fiuza
Foto do autor Rodrigo Constantino
Rodrigo Constantino
Foto do autor Alexandre Garcia
Alexandre Garcia
Foto do autor Antonio Cabrera
Antonio Cabrera
Foto do autor Eugênio Esber
Eugênio Esber
Foto do autor Evaristo de Miranda
Evaristo de Miranda
Foto do autor Flávio Gordon
Flávio Gordon
Foto do autor Roberto Motta
Roberto Motta
Foto do autor Miriam Sanger
Miriam Sanger
Foto do autor Adalberto Piotto
Adalberto Piotto
Foto do autor Frank Furedi, da Spiked
Frank Furedi, da Spiked
Foto do autor Jeffrey A. Tucker.
Jeffrey A. Tucker.
Foto do autor Theodore Dalrymple
Theodore Dalrymple
Foto do autor Flavio Morgenstern
Flavio Morgenstern
Foto do autor Ubiratan Jorge Iorio
Ubiratan Jorge Iorio
publicidade
publicidade