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A menos de três meses das eleições, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) anunciou um pacote de medidas de crédito que já consumiu R$ 145 bilhões do Orçamento de 2026, ignorando o arcabouço fiscal. As medidas incluem financiamentos para motoristas de aplicativo, taxistas e caminhoneiros, além de programas como Minha Casa Minha Vida e ajuda a agricultores.
Em pleno eleitoral, a menos de três meses das eleições, o governo do presidente Luiz Inácio Lula da Silva (PT) resolveu dar de ombros ao arcabouço fiscal que ele mesmo criou e anunciou um pacote de medidas de crédito que já consumiram cerca de R$ 145 bilhões do Orçamento de 2026.
O “pacote de bondades” inclui despesas fora do arcabouço, recursos do Orçamento e gastos que não dependem de aprovação do Congresso Nacional para ser autorizados. O levantamento é do jornal O Estado de S. Paulo.
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Entre as principais medidas já anunciadas por Lula, estão financiamentos para motoristas de aplicativo, taxistas e caminhoneiros, além de gastos com os programas Minha Casa Minha Vida e Desenrola e ajuda a agricultores.
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Na última quarta-feira, 15, Lula assinou uma medida que determina a renegociação de dívidas rurais, liberando R$ 9 bilhões do Orçamento da União para essa finalidade. O governo deve anunciar um novo pacote de medidas nos próximos dias, com socorro a empresas brasileiras atingidas pelo tarifaço dos Estados Unidos.
Financiamento bilionário para motoristas de aplicativo e taxistas
Segundo o Estadão, uma das medidas de maior impacto sobre o Orçamento é o financiamento a motoristas de aplicativo e taxistas para compra de veículos novos, que consumiu R$ 30 bilhões.
Como se trata de uma despesa financeira, o gasto ficou fora do limite do arcabouço fiscal e da meta de resultado primário (o saldo entre receitas e despesas, sem contar os juros da dívida). A maior parte do pacote do governo (R$ 128,3 bilhões) é de despesas financeiras.
De todo o montante do pacote, R$ 79,3 bilhões serão custeados com recursos livres do Orçamento – tanto deste ano como de superávit de anos anteriores – e outros R$ 48 bilhões serão bancados com fontes ligadas ao Fundo Social.
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Um outro valor considerável do Orçamento (R$ 14,5 bilhões) vai para a compra de caminhões e ônibus por empresas e caminhoneiros. Há, ainda, o financiamento de operações no programa Minha Casa, Minha Vida – que começou o ano em R$ 24,8 bilhões e atingiu R$ 44,8 bilhões, com recursos do Fundo Social e outras receitas.
O que diz o governo
De acordo com os ministérios da Fazenda e do Planejamento e Orçamento, quase todo o pacote anunciado por Lula não tem custo para a União e traz benefícios econômicos ao longo do tempo.
Segundo o Executivo, os programas têm potencial para gerar mais de 1,9 milhão de postos de trabalho, com impacto no Produto Interno Bruto (PIB) de R$ 110,9 bilhões. A arrecadação potencial seria de R$ 45,4 bilhões, diz o governo.
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“As medidas econômicas aqui discutidas representam primeiramente um aumento na demanda agregada, que será suprida por um correspondente aumento de bens e serviços na economia nacional”, afirma o Executivo.
“Tal produção gera emprego, renda e arrecadação não apenas no setor produtor do bem ou serviço final, mas também ao longo de toda a sua cadeia produtiva. Esses trabalhadores empregados nas diversas etapas do processo produtivo, por sua vez, vão consumir parte da sua renda, ensejando novas rodadas de aumento de produção, renda e arrecadação”, afirma a gestão Lula.
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Este desgoverno gasta demais pq é a maneira mais rápida de escravizar os pagadores de impostos, com a lógica de aumento de impostos, que qualquer livro de economia básica prova que não funciona. Depois disso é o manual do marxista de 1917 adaptado ao momento de mundo que vivemos.