Um juiz da 1ª Vara de Falências e Recuperações Judiciais de São Paulo proibiu o bloqueio de bens e suspendeu todos os processos de execução contra o Grupo Fictor. A decisão, revelada pelo portal Metrópoles, atende ao pedido de recuperação judicial protocolado pela holding neste domingo, 1º. O magistrado determinou o “stay period” (período de suspensão), que protege o caixa da empresa por 180 dias enquanto ela elabora seu plano de reestruturação.
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A medida judicial ocorre poucos dias depois de a Justiça de São Paulo ordenar o bloqueio cautelar de R$ 150 milhões das contas da Fictor. A nova decisão anula os efeitos de constrições anteriores para garantir que a companhia mantenha fôlego financeiro para operar. Com dívidas que somam R$ 4 bilhões, a holding alega que sofreu um “estrangulamento de liquidez” por causa da crise de confiança gerada pela tentativa de compra do Banco Master.
O magistrado também nomeou um administrador judicial para fiscalizar as contas do conglomerado. A decisão busca preservar as atividades da Fictor Alimentos e demais subsidiárias, que, segundo a defesa do grupo, empregam milhares de pessoas. O juiz considerou que o fatiamento dos bens em diversos processos individuais prejudicaria a coletividade dos credores e a viabilidade da recuperação.
Blindagem jurídica do Fictor e crise do Master
A blindagem jurídica concedida à Fictor é uma resposta direta à onda de ações judiciais que a holding passou a enfrentar. Investidores e fornecedores iniciaram cobranças agressivas depois de o Banco Central liquidar o Banco Master em novembro de 2025. O magistrado entendeu que a manutenção dos bloqueios levaria o grupo à falência imediata, impedindo qualquer chance de pagamento aos 9 mil credores listados no processo.
Apesar da suspensão dos processos, a Fictor continua sob investigação da Polícia Federal na Operação Compliance Zero. A blindagem na esfera cível e falimentar não impede o avanço de apurações criminais sobre as transações financeiras realizadas com Daniel Vorcaro. O grupo agora precisa apresentar o plano detalhado de pagamento em até 60 dias, sob pena de ter a falência decretada caso os credores rejeitem a proposta.
Com a decisão, a Fictor ganha tempo para tentar renegociar os contratos rescindidos e estabilizar a operação de suas unidades industriais. O mercado financeiro observa o caso com cautela, já que a holding possui conexões profundas com o agronegócio e o setor de pagamentos. A proteção judicial é o primeiro passo de uma batalha jurídica que deve se estender por todo o ano de 2026.
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Bota o nome desse Juiz e investiguem as contas dele e familiares
ENTUBARAM O PACIENTE…. TEMPO PRA QUADRILHA TODA FUGIR….