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Economia

Mercado Livre projeta melhor novembro da história com Black Friday

Maior comércio eletrônico da América Latina prevê vender 20% mais nesta edição do que no ano passado

O Mercado Livre é o líder do segmento de comércio eletrônico no Brasil, à frente de forças nacionais do varejo | Foto: Divulgação/Mercado Livre

Os varejistas andam animados para a Black Friday deste ano. O Mercado Livre projeta uma edição recorde. O maior comércio eletrônico da América Latina prevê vender 20% mais nesta Black Friday, em comparação com o ano passado. A empresa também espera bater em novembro um recorde histórico em vendas.

Agosto já foi um ano bom, dizem executivos. As buscas por televisores de última geração cresceram 30%, se comparado com julho.

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A Black Friday de 2022 vai ser diferente por um fator inédito: ela vai acontecer no dia 25 de novembro, durante a Copa do Mundo, em meio à disputa no Catar. É por isso que alguns varejistas vão apostar em uma estratégia de antecipar parte dos descontos para o início de novembro, antes da abertura da Copa.

O Mercado Livre

Reportagem publicada na Revista Oeste mostra como o Mercado Livre dominou o comércio eletrônico brasileiro.

Fundado em 1999 na Argentina, ainda nos primórdios da vida on-line, o Mercado Livre está hoje presente em 18 nações latino-americanas. Mas é o Brasil que puxa a performance da companhia — o país responde por 53% da receita do grupo. Logo no primeiro ano de existência, a empresa desembarcou por aqui antes que forças locais do varejo despertassem para o e-commerce.

Em 2021, o faturamento do setor ultrapassou R$ 160 bilhões no Brasil, com aumento de 27% em relação a 2020. Foi justamente nessa janela da covid-19 que o Mercado Livre decolou, fechando o último ano em quinto lugar entre as empresas mais valiosas da América Latina, com valor de mercado estimado em US$ 61 bilhões — à frente de Ambev e Itaú e pouco atrás de Petrobras e Vale.

O raio X da empresa

Assinantes da Revista Oeste podem ler a reportagem completa clicando aqui

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1 comentário
  1. Finlab
    Finlab

    Perguntamos aos candidatos ao governo de São Paulo como acabar com a Cracolândia, reduto de viciados no centro da capital paulista. Veja o que eles responderam:

    *Fernando Haddad (PT):* Essa população de viciados não pode ficar na rua, vamos alugar apartamentos para eles morarem no centro de São Paulo e lhes dar algum dinheiro para comprarem comida.

    *Tarcísio de Freitas (Republicanos):* É necessario promover o acolhimento para reinserção social, com desintoxicação, capacitação, geração de trabalho e renda. Melhorar as condições das comunidades terapêuticas, com proximidade à natureza. Criar “portas de saída” como programas de inserção de pessoas em situação de rua, ex-dependentes e egressos do sistema prisional no mercado de trabalho formal, principalmente em empresas parceiras e em obras contratadas e/ou concedidas pelo Estado.

    https://revistaoeste.com/politica/eleicoes-2022/cracolandia-o-que-dizem-os-programas-dos-candidatos-ao-governo-de-sp/

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