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Economia

Recorde histórico: arrecadação federal fecha 2022 com mais de R$ 2,2 trilhões

Números foram divulgados nesta terça-feira, 24, pela Receita Federal

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Crédito chegou a quase R$ 1 trilhão de março a maio | Foto: joelfotos/Pixabay

A arrecadação do governo federal com impostos, contribuições e demais receitas atingiu R$ 2,2 trilhões em todo ano de 2022. Os números divulgados pela Receita Federal nesta terça-feira, 24, mostram que essa foi a maior arrecadação, para um ano fechado, desde o início da série histórica, em 1995.

Em valores corrigidos pela inflação, o montante recolhido em 2022 totalizou R$ 2,25 trilhões, o que representa alta real de 8,18%, na comparação com o ano de 2021 (R$ 2,08 trilhões).

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Somente em dezembro do ano passado, ainda segundo números oficiais, os valores arrecadados pelo governo federal somaram R$ 210 bilhões, com alta real de 8,4% ante o mesmo período do ano anterior.

Arrecadação Federal em trilhões, com valores corrigidos pela inflação, de acordo com a Receita Federal: 
2012 – 1,903
2013 – 1,981
2014 – 1,945
2015 – 1,836
2016 – 1,781
2017 – 1,792
2018 – 1,877
2019 – 1,908
2020 – 1,776
2021 – 2,085
2022 – 2,256

No documento divulgado nesta terça-feira, a Receita citou os principais fatores que, em conjunto, contribuíram para esse resultado:

  • desempenho dos principais indicadores macroeconômicos que influenciam a arrecadação de tributos, como produção industrial, venda de serviços, massa salarial e valor em dólar das importações;
  • desempenho da arrecadação do IRPJ/CSLL, em especial, do ajuste anual e da estimativa mensal;
  • crescimento da arrecadação previdenciária em razão do aumento da massa salarial e dos aumentos observados na arrecadação do Simples Nacional;
  • crescimento da arrecadação do IRRF Capital, especialmente nos itens relativos aos títulos e fundos de renda fixa;
  • redução temporária de alíquotas do Imposto de Importação;
  • desonerações tributárias sobre combustíveis e sobre produtos industrializados com impacto, respectivamente, nas arrecadações do PIS/Cofins, da CIDE sobre combustíveis e do IPI.

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2 comentários
  1. Washington Alencar
    Washington Alencar

    POR ISSO O PT NÃO TEM PLANO DE GOVERNO É SÓ MANTER O DO GOVERNO ANTERIOR, SEMPRE FOI ASSIM,VAI SABOREAR OS FRUTOS DO GOVERNO ANTERIOR E NO FIM VAI DIZER QUE NESSE PAÍS NUNCA TEVE UM GOVERNO MELHOR QUE O DELE.MAIS AÍ QUANDO COMEÇAR O GOVERNO DELE ,SEM PLANO, À GOVERNAR VEREMOS A DESCIDA DA LADEIRA

  2. Ed Camargo
    Ed Camargo

    Compare esta arrecadação histórica, com a arrecadação daqui a um ano onde os efeitos do regime petralha serão sentidos na economia, e a reação das pessoas produtivas que não aceitam serem usadas de forragem aos parasitas usurpadores do futo do nosso trabalho. Muitos se retiram da malha produtiva. O desemprego aumenta e mais pessoas dependentes do governo para “um prato de comida” como diz o ditador que realça o pobre por ser simples e puni as pessoas da cadeia produtiva dizendo que não pagam impostos. O numero de miseráveis dependentes sobe para o numero já antecipado de 120 milhoes e divulgado pela ministra esquerdopata do regime petralha. Eu não ficaria surpreso em ver a arrecadação cair pelo menos 50% até o final do ano.

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