Aeroporto de Londres mantém restrição de passageiros

Por falta de funcionários, medida que limita embarque foi prorrogada até outubro
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Aeroporto de Heathrow, Londres | Foto: Reprodução
Aeroporto de Heathrow, Londres | Foto: Reprodução

O Aeroporto de Heathrow, em Londres, o maior do Reino Unido e um dos maiores do mundo, vai manter a limitação de embarque de passageiros até o fim de outubro. A medida, que restringiu o número a 100 mil passageiros por dia, foi adotada no fiml de julho, para reduzir filas, e a previsão era que durasse até o fim de agosto.

A restrição vai se estender porque o aeroporto ainda não conseguiu contratar funcionários para atendimento de passageiros e para o setor de bagagens, por exemplo. Outros aeroportos europeus enfrentam o mesmo problema, porque demitiram milhares de trabalhadores no início da pandemia e agora não conseguem contratar pessoal para substituí-los. Companhias aéreas também têm falta de pilotos e comissários.

“Após consulta às companhias aéreas, os limites de capacidade em Heathrow serão estendidos no mesmo nível até 29 de outubro”, informou o aeroporto, em comunicado divulgado na segunda-feira 15, acrescentando que, com a restrição de passageiros, os voos têm partido com menos atraso e o tempo de espera para bagagem está menor.

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A par dos limites impostos poro Heathrow, companhias como a British Airways, Wizz Air e EasyJet cancelaram recentemente milhares de voos para ajustar seus programas com a capacidade reduzida de operação do principal aeroporto do Reino Unido.

Heathrow esclareceu na segunda-feira que poderá rever as restrições antes do prazo previsto se houver melhora significativa na situação, citando a contratação de pessoal para atuar no aeroporto.

Heathrow não é o único aeroporto a limitar sua capacidade. O Aeroporto Schiphol, de Amsterdã, por exemplo, um dos mais movimentados da Europa, também limitou o número de passageiros desde julho, medida que será mantida pelo menos até outubro. A Schiphol também sofreu grandes interrupções nos últimos meses devido à falta de funcionários e anunciou na sexta-feira que compensaria os passageiros que perderam voos devido a enormes filas.

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