Depois de um mês, Xangai anuncia reabertura parcial

O anúncio foi feito neste domingo, 15
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O país enfrenta o pior surto da pandemia desde a primeira onda de covid-19 em 2020
O país enfrenta o pior surto da pandemia desde a primeira onda de covid-19 em 2020 | Foto: Reprodução/Wikimedia Commons

A cidade de Xangai, na China, deve começar uma reabertura progressiva dos estabelecimentos comerciais a partir de amanhã. O anúncio foi feito neste domingo, 15.

O Partido Comunista alega que o país enfrenta o pior surto da pandemia desde a primeira onda de covid-19 em 2020. Por causa disso, decretou um confinamento no início de abril na metrópole, que seria o principal foco de contágios.

O vice-prefeito de Xangai, Chen Tong, disse que a reabertura será “por etapas”, mas sem especificar como acontecerá e quais serão as condições.

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Na China, a flexibilização das restrições está geralmente condicionada à erradicação de infecções entre a população e a não registrar nenhum caso positivo durante três dias, sem contar as pessoas isoladas em centros de quarentena. As autoridades de Xangai anunciaram que confiavam em alcançar este nível “em meados de maio”.

Neste domingo, foram registrados 1,3 mil novos casos positivos de covid-19 na cidade, contra mais de 25 mil no fim de abril.

Pequim vive temor de lockdown

A capital Pequim vive com o temor de um confinamento depois da detecção de mais de mil casos desde o fim de abril. A cidade organizou testes em larga escala com os moradores em diversas ocasiões, decretou o confinamento de edifícios com casos positivos e fechou estações de metrô e lojas consideradas não essenciais em alguns bairros.

Para frear os contágios, o distrito de Fangshan, ao sudoeste de Pequim e com 1,3 milhão de habitantes, suspendeu no sábado 14 a circulação de táxis.

Mas, com exceção de algumas áreas confinadas, a grande maioria dos 22 milhões de moradores de Pequim ainda pode sair de casa, embora muitos espaços públicos estejam fechados e muitos habitantes tenham sido obrigados a retomar o teletrabalho.

Leia também: “A insanidade da ‘covid zero’ na China”, reportagem publicada na edição 112 da Revista Oeste

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1 comentário Ver comentários

  1. “O Partido Comunista alega que o país enfrenta o pior surto da pandemia desde a primeira onda de covid-19 em 2020. Por causa disso, decretou um confinamento no início de abril na metrópole, que seria o principal foco de contágios”

    A infecção e reeinfecção são “normais’ segundo alguns médicos brasileiros, mas parece que a omicron é mais leve e não ataca os pulmões, parece que existe uma histeria do partido chinês, afim de manipularem mais uma vez o mercado, lucrarem bilhões e enfraquecerem os seus concorrentes, dessa vez até a OMS se mostrou contra, os ditadores não gostara.

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