E se Chris Rock fosse branco e fizesse uma piada com uma mulher negra?

Ana Paula Henkel responde o que aconteceria, em artigo publicado na Edição 106 da Revista Oeste
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O humorista Chris Rock levou um tapa de Will Smith
O humorista Chris Rock levou um tapa de Will Smith | Foto: Reprodução/Flickr

Em artigo publicado na Edição 106 da Revista Oeste, Ana Paula Henkel analisa a “bofetada” que Will Smith deu em Chris Rock durante a cerimônia do Oscar.

Leia um trecho

“Outros pontos interessantes sobre a bofetada são perguntas que deixaram a esquerda norte-americana confusa e sem resposta: se Jada Smith teve sua honra ferida por uma piada de gosto duvidoso (seja lá o que honra signifique para o casal que vive em um casamento aberto), o que aconteceu com a tal ‘masculinidade tóxica’? Homens defendendo suas esposas? Um pilar do conservadorismo norte-americano? Shame! Onde já se viu isso, progressistas? Mulheres empoderadas não precisam de homens! Como é mesmo a frase que as feministas do ‘Me Too’ costumam dizer aqui? Ah, é… We are enough, ou nós somos suficientes. Hum.

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Outra pergunta que é impossível não fazer: e se Chris Rock fosse um comediante branco fazendo uma piada horrorosa com uma mulher negra? E se Chris Rock tivesse feito uma piada com uma doença de uma atriz branca e seu marido loiro de olhos azuis tivesse se levantado e dado um tapa na cara do comediante negro? Sim, estaríamos na Terceira Guerra Mundial. E mais: a turma que prega amor entre todos os seres humanos, como é mesmo que eles dizem?…Ah! Love is love, agora valida a agressão física quando ofensas verbais são proferidas, ou temos que analisar antes a cor da pele, o gênero, a orientação sexual e, claro, o lado no espectro político-ideológico? A pergunta é retórica.”

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Revista Oeste

A Edição 106 da Revista Oeste vai além do texto de Ana Paula Henkel. A publicação digital conta com reportagens especiais e artigos de Cristyan Costa, Silvio Navarro, J.R. Guzzo, Augusto Nunes, Rodrigo Constantino, Caio Coppolla, Guilherme Fiuza, Frases Myers, Salim Mattar, Bruno Freitas, Bruno Meyer, Edilson Salgueiro e Antonio Riserio.

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