Vacinas devem ser menos eficazes, diz chefe da Moderna

O presidente da farmacêutica explicou que os atuais dados sugerem uma queda na eficácia contra a nova variante
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Japoneses aguardam na fila para realizar o teste de covid-19 no Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka
Japoneses aguardam na fila para realizar o teste de covid-19 no Aeroporto Internacional de Kansai, em Osaka | Foto: Yukie Nishizawa/Kyodo News

As vacinas contra a nova variante Ômicron da covid-19 serão “menos eficazes”. A afirmação foi do presidente-executivo da farmacêutica americana Moderna, Stéphane Bancel, ao jornal Financial Times.

O executivo disse que, embora demore algumas semanas para obter dados sobre o desempenho das vacinas existentes, serão necessários vários meses para ajustar os imunizantes atuais para combater a variante.

Bancel explicou que o alto número de mutações da Ômicron e a rápida disseminação da variante sugerem que as vacinas existentes não seriam muito eficazes, prevendo uma “queda” na efetividade.

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A Pfizer e sua parceira alemã BioNTech comunicaram na sexta-feira 26 que poderiam produzir e enviar uma versão atualizada de sua vacina dentro de 100 dias.

França e Japão confirmam primeiros casos

França e Japão confirmaram seus primeiros casos da nova variante do coronavírus nesta terça-feira, 30.

As autoridades francesas comunicaram que o caso positivo é de um homem de 53 anos que viajou para Moçambique e passou pela África do Sul. O francês está em quarentena com sintomas leves, de acordo com a televisão pública Reunion.

O Japão confirmou o primeiro caso em um visitante que chegou recentemente da Namíbia. Um porta-voz do governo disse que o paciente, um homem na casa dos 30 anos, testou positivo na chegada ao Aeroporto de Narita, no domingo 28, e foi isolado em um hospital.

A partir desta terça-feira, 30, o Japão proibiu a entrada de todos os estrangeiros no país para tentar conter a disseminação do vírus.

Os japoneses que estiverem retornando de viagens a países específicos vão poder entrar, no entanto, terão de cumprir um período de quarentena em instalações designadas pelo governo.

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2 comentários Ver comentários

  1. Jamais conseguirão encontrar uma vacina “realmente” eficaz, seja a CEPA que for. É nítido e notório que as vacinas viraram comércio, lucro! Então não é nada interessante anunciar uma vacina realmente eficaz. Quanto mais quantidade de doses aplicadas nas pessoas, mais o bolso dos interessados enchem de trilhões e trilhões de dinheiro!

  2. Quando conseguirem ajustar para essa variante Ômicron que durará meses para isso, já terão cepas com a letra Ômega (última letra do alfabeto). Enfim, é uma corrida de perdedor, sempre.

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