Afastado temporariamente do cargo nesta terça-feira, 10, o ministro Marco Buzzi, do Superior Tribunal de Justiça (STJ), deve ser aposentado compulsoriamente, em virtude das acusações de assédio sexual.
Duas mulheres o denunciaram: uma jovem de 18 anos, que passou as férias com os pais na casa do magistrado em Balneário Camboriú (SC), e uma ex-funcionária do gabinete de Buzzi.
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“Acredito que ele sofra a pena máxima”, disse um ministro do STJ a Oeste, em caráter reservado. “Os depoimentos são muito contundentes”, acrescentou outro magistrado, ao mencionar que essa é também a percepção da maioria.
De acordo com um ministro, a punição não se restringe ao STJ. “Ele responde administrativamente e criminalmente”, observou.
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Embora tenha sido proibido de utilizar o veículo oficial e frequentar seu gabinete no STJ, Buzzi vai receber, normalmente, o salário de R$ 44 mil. Isso porque, conforme a Lei Orgânica da Magistratura Nacional, afastamento preventivo durante a fase de investigação não permite a interrupção do salário.
Futuro de Marco Buzzi

Na manhã de hoje, a punição a Buzzi ocorreu em uma sessão extraordinária convocada pelo presidente do STJ, Herman Benjamin.
Paralelamente, há uma sindicância que apura os casos. Em 10 de março, o STJ terá nova sessão plenária para definir o futuro do ministro.
O Conselho Nacional de Justiça, que rege a magistratura, acompanha a situação.
Carta do ministro a colegas de tribunal
“Muito impactado com as notícias veiculadas e também por me encontrar internado em hospital, sob acompanhamento cardíaco e emocional, até o momento estive calado.
De modo informal soube de fatos contra mim imputados, os quais igualmente repudio.
Tudo está causando mágoas às pessoas da minha família e convivência.
Creio que nos procedimentos já instauradas demonstrarei minha inocência.
Tenho quase 70 anos de idade, trajetória pessoal e profissional ilibadas, casamento feliz, de 45 anos, que frutificou três filhas amorosas e minha família está coesa ao meu lado.
Jamais adotei conduta que envergonhasse a família ou maculasse a magistratura.
Esse histórico não é invocado como prova de inocência, mas como elemento relevante de coerência biográfica, o que clama por cautela redobrada na apreciação das graves acusações.”
Leia também: “O dilema da toga”, reportagem publicada na Edição 308 da Revista Oeste
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Com barbicha imunda ele deveria montar uma dupla com padre tarado de S. Paulo, Poderia se chamr Buzzi & Leite, a dupla de taradõs. O judiciário virou um puteiro sem cafetões neste país.
Sempre a mesma merda para esses FDPs do Judiciário.
Roubam, fazem cag…., etc. e vão para casa com aposentadorias integrais, corrigidas como se estivessem na ativa …
Alguma coisa parecida com um cara qualquer que fosse condenado por estupro infantil e como punição fosse obrigado a gerenciar asilos de meninas orfãos …..
Só nesse circo chamado Brasil.
Aposentadoria o cacete, o desprezível devia ser exonerado ser devidamente encanado……