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Política

No PL, Bolsonaro aposta em 'tripé' para 2022 e quer levar cinco ministros

Objetivo é consolidar aliança formada por PL, PP e Republicanos, três das principais legendas do centrão no Congresso

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Presidente Jair Bolsonaro | Foto: Alan Santos/PR

O presidente Jair Bolsonaro se filia ao Partido Liberal (PL) nesta terça-feira, 30, de olho na disputa pelo segundo mandato em 2022. Para ser reeleito, a aposta do chefe do Executivo está baseada em um “tripé” político sustentado por três das principais legendas do centrão no Congresso — além do PL, o PP e o Republicanos.

O PP, partido do presidente da Câmara, Arthur Lira (AL), deve indicar o candidato a vice na chapa de Bolsonaro à reeleição. Já o Republicanos, comandado pelo deputado Marcos Pereira, tem grande penetração com o público evangélico, um dos trunfos eleitorais do presidente da República.

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Na avaliação de interlocutores do Palácio do Planalto, PL, PP e Republicanos teriam condições de dar sustentação a um eventual novo governo de Bolsonaro a partir de 2023, contando ainda com apoio de parte das bancadas de outras legendas — como PSL, União Brasil e até o MDB.

Ministros

A ideia de Bolsonaro é levar para o PL pelo menos cinco ministros do atual governo. Como noticiado por Oeste, a lista deve ser encabeçada pelo chefe da pasta do Desenvolvimento Regional, Rogério Marinho, aliado de primeira hora do presidente.

Além dele, outros quatro integrantes do primeiro escalão do governo devem ingressar no partido em um segundo momento. O nome mais esperado é o ministro da Infraestrutura, Tarcísio Gomes de Freitas, provável candidato ao governo de São Paulo em 2022.

Onyx Lorenzoni (Trabalho e Previdência), Marcelo Queiroga (Saúde) e Gilson Machado (Turismo) também vêm negociando uma possível filiação ao PL. Todos eles têm pretensões eleitorais no ano que vem, seja a governos estaduais seja ao Senado.

Na atual composição da Esplanada dos Ministérios, o PL já conta com Flávia Arruda, que comanda a Secretaria de Governo.

A legenda tem a terceira maior bancada da Câmara, com 43 deputados, e conta com um fundo eleitoral de mais de R$ 117 milhões e um fundo partidário de quase R$ 46 milhões.

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3 comentários
  1. Hermes Hermes
    Hermes Hermes

    Espere que esse rearranjo seja para o bem do Brasil e de seu povo.
    Que nas próximas eleições se faça uma bancada conservadores de excelente qualidade.

  2. Aderbal A C Bernardes
    Aderbal A C Bernardes

    Este fundo partidário e eleitoral precisa ser extinto o mais rápido possível. Vergonha absurda

    1. Edu B.
      Edu B.

      Nunca. Povo manso esperando os políticos acabarem com as próprias boquinhas.

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