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Coronavírus — Brasil

11% da população da cidade de São Paulo já teve coronavírus

11% da população da cidade de São Paulo já teve coronavírus.

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O prefeito Bruno Covas anuncia resultados do inquérito sorológico da cidade | Foto: Governo do Estado de São Paulo

Estimativa é de inquérito sorológico da Prefeitura de São Paulo, que aponta crescimento do número de casos na população idosa da cidade

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O prefeito Bruno Covas anuncia resultados do inquérito sorológico da cidade | Foto: Governo do Estado de São Paulo

Aproximadamente 1,3 milhão de paulistanos ou 11,1% da população da cidade de São Paulo já tiveram o coronavírus, segundo inquérito sorológico realizado pela prefeitura da capital. Os dados foram anunciados nesta terça-feira, 28, pelo prefeito Bruno Covas.

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De acordo com dados oficiais do governo do Estado, a cidade contabiliza pouco mais de 182 mil infectados, número sete vezes menor que o estimado pelo levantamento.

“A proporção estimada de indivíduos assintomáticos entre aqueles que apresentaram positivo é de 39,7%”, comentou o secretário municipal de Saúde, Edson Aparecido. “Esse é um número bastante expressivo de pessoas que testaram positivo e declararam que não tiveram nenhum sintoma da doença”.

Segundo a gestão municipal, o exame sorológico foi feito em moradores sorteados aleatoriamente a partir da base de dados do IPTU de 2020, dos hidrômetros de 2017 e do programa Estratégia Saúde da Família (ESF). Foram selecionados 12 indivíduos para cada área de abrangências das 472 UBS da cidade. A amostra foi coletada em domicílio.

A faixa de idade mais afetada pela doença foi a de idosos com mais de 65 anos, que foram 13,9% dos casos. Pessoas entre 18 e 34 anos ficaram em segundo lugar, com 12,6% e, em terceiro lugar, a faixa entre 35 e 49 anos,  com 12,3%.

De acordo com o inquérito, a prevalência é maior em pessoas com até o ensino fundamental completo (16,4%), da cor parda e preta (14,1%), da classe E (17,7%), que moram com ao menos outros quatro indivíduos (11,7%) e que não fazem distanciamento social (25,2%).

A maior proporção de casos é entre desempregados (15,1%).

A prevalência de casos também é maior entre pessoas que utilizam máscara em locais públicos “de vez em quando” (30,5%), enquanto é menor em quem usa na “maioria das vezes” (21,8%) e “sempre” (9%).

O maior número de contaminados está na zona sul, com 16,1% da população, seguida das zonas leste, 13,3%, sudeste, 9,3%, norte, 8,2%, e centro-oeste, 3,7%.

1 comentário
  1. Pedro Rohl
    Pedro Rohl

    Isso dentro de um universo que foi testado apenas… Existe toda uma quantidade de pessoas que sequer sentiu algum incômodo e mesmo assim, teve contato com o vírus chinês… Ora, nosso grande vírus, realmente, é o vírus da histeria e do aproveitamento político, de que esses crápulas se aproveitam para abusar do povo e retirar-lhes liberdades! Pobre do brasileiro que não se deu conta disso ainda!

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