Farmácias de São Paulo ainda não vendem teste rápido de coronavírus

Liberada pela Anvisa para ser realizado por farmacêuticos, testagem ainda não chegou às grandes redes de drogarias da capital
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Foto: Wikimapa/Flickr
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Liberada pela Anvisa para ser realizado por farmacêuticos, testagem ainda não chegou às grandes redes de drogarias da capital

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No dia 28 de abril, a Agência Nacional de Vigilância Sanitária (Anvisa) autorizou que farmácias de todo o Brasil passassem a oferecer o teste rápido de coronavírus. No entanto, as grandes redes de drogaria de São Paulo ainda não estão oferecendo o serviço e muitos dos atendentes dos estabelecimentos sequer sabem da possibilidade da testagem ser realizada fora de hospitais.

Para que a sorologia de covid-19 possa ser realizada, é preciso que o farmacêutico responsável atenda ao paciente e que este esteja dentro de alguns critérios, tais como estar com suspeita da doença há pelo menos oito dias ou ser trabalhador da saúde ou ainda estar afastado do trabalho por sintomas do vírus. Assintomáticos que tiveram risco de exposição há pelo menos 20 dias também poderão procurar o exame, que é feito com uma gota de sangue e demora 30 minutos para ficar pronto e enviado por e-mail.

Em outras capitais, como Fortaleza, o teste já é feito em algumas redes, como a Pague Menos, que cobra R$ 193 pelo procedimento drive-thru (em que o cliente agenda e não sai do carro para ser testado) nas farmácias ou R$ 273 para ir à casa do possível paciente.

Segundo a Associação Brasileira de Redes de Farmácia e Drogarias (Abrafarma), a maior parte do material para o exame vem da Ásia e ainda não houve massificação da importação para o Brasil, por isso ainda não há como todas as redes terem acesso a ele. Contudo, a entidade acredita que isso deve ocorrer ainda na segunda quinzena de maio.

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