O objetivo é identificar o máximo possível de pessoas infectadas para, então, isolá-las rapidamente
O Ministério da Saúde informou no último sábado, 21, que vai pôr em circulação 5 milhões de kits de testes rápidos para o coronavírus. De acordo com representares da pasta, o governo está comprando da China o material e, em alguns dias, a quantidade chegará a 10 milhões.
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“Estamos adquirindo um número significativo de testes. Iniciaremos com 5 milhões e vamos chegar a 10 nas próximas semanas”, garantiu em entrevista coletiva o secretário de Vigilância em Saúde, Wanderson Oliveira.
Segundo ele, o objetivo da medida é identificar o máximo possível de infectados para, então, poder isolá-los rapidamente. A recomendação é da Organização Mundial da Saúde (OMS) e tem por foco as pessoas em contato com os grupos de risco, como os idosos.
A OMS tem advertido os países a realizar testes em massa da população, como se fez na China. O objetivo é rastrear a origem das infecções e dimensionar a extensão do problema. No Brasil, já são 1.546 infectados e 25 mortes em decorrência da covid-19.
O país tem alertado para o fato de que não dispõe de kits suficientes e, por isso, o governo vinha limitando os exames aos pacientes com sintomas mais graves. Até o momento, todos os casos confirmados foram diagnosticados com testes laboratoriais.
Outra medida do Ministério da Saúde foi antecipar para esta segunda-feira, 23, a campanha de vacinação contra a gripe. A vacina não imuniza contra o coronavírus, porém ajuda o sistema de saúde a identificar, por exclusão, infecções da nova doença, que apresenta sintomas semelhantes aos da síndrome gripal.
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