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Brasil

Depois de São Paulo, Rio também pode decretar 'megaferiado' de 10 dias

Governador do Estado, Cláudio Castro (PSC), se reuniu com representantes de setores produtivos e decisão deve ser anunciada nas próximas horas

Rio de Janeiro - Praia de Copacabana no último dia de 2020 | Foto: Fernando Frazão/Agência Brasil

Assim como a prefeitura de São Paulo, que antecipou cinco feriados para conter a disseminação da covid-19, o governo do Estado do Rio também estuda a possibilidade de decretar um “megaferiado” de dez dias a partir de sexta-feira 26, emendando até a Páscoa.

Leia mais: “Doria e Covas batem boca sobre novas restrições em São Paulo”

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Foi o que ficou encaminhado depois de uma reunião, na noite de sábado 20, entre o governador Cláudio Castro (PSC) e representantes de setores produtivos. A medida deve ser confirmada em um novo encontro programado para este domingo, 21.

Leia mais: “‘Hipocrisia’, diz Bolsonaro sobre fechamento de praias no Rio”

Uma das sugestões apresentadas é antecipar todos os feriados do mês de abril. “Toda decisão deve ser discutida e tomada diante das realidades dos mais diversos setores. Precisamos ouvir todas as necessidades e aflições do setor produtivo”, afirmou o governador em nota. “A preocupação aqui é, principalmente, com a vida das pessoas, mas temos que preservar o emprego, dialogar e garantir o equilíbrio da sociedade. É fundamental analisar os dados diariamente para tomarmos as decisões corretas para cada momento da pandemia.”

Neste fim de semana, como Oeste noticiou, as praias da cidade do Rio de Janeiro foram fechadas após um decreto do prefeito Eduardo Paes (MDB). Estão proibidos não apenas a ocupação da faixa de areia, mas também o banho de mar e a prática de esportes, assim como o trabalho de ambulantes e barraqueiros — a prefeitura está aplicando multas a quem descumpre as novas normas.

Leia também: “Caos absoluto na gestão”, reportagem publicada na Edição 52 da Revista Oeste

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2 comentários
  1. Júlio Rodrigues Neto
    Júlio Rodrigues Neto

    Antes de qualquer lockdown, torna-se necessária a suspensão do pagamento de todos os tributos, sejam eles municipais, estaduais ou federais. Se não há trabalho, não há renda. Não havendo renda, não há verba para os pagamentos dos tributos. Algum trocado que houver, tem de ser reservado para pagamentos de alimentação e saúde.

    1. Mauricio Manuel Lopes
      Mauricio Manuel Lopes

      Radar de multa também. Mas não veremos isso. Pode apostar.

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