Bancos intensificaram negociações com o Banco Central (BC) para discutir a liberação parcial do compulsório. A proposta busca reforçar o caixa do Fundo Garantidor de Créditos (FGC), sob pressão depois de intervenções recentes no sistema financeiro.
O tema ganhou prioridade entre executivos do setor. A avaliação é que o uso controlado do compulsório pode acelerar a recomposição do fundo sem gerar instabilidade monetária. O diálogo ocorre em meio a alertas sobre a importância de preservar a confiança dos depositantes.
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Bancos: solução rápida para o mercado
O FGC atua como uma rede de proteção para clientes de bancos e financeiras. Ele garante valores de até R$ 250 mil por CPF ou CNPJ em cada instituição, em casos de quebra ou liquidação. O compulsório é o mecanismo que obriga bancos a manter parte dos depósitos retida no Banco Central. Ao permitir o uso desses recursos para antecipar contribuições ao FGC, o BC abriria uma solução considerada rápida pelo mercado.
A ideia em análise prevê que os bancos possam compensar aportes futuros ao fundo com valores hoje parados no compulsório. Na prática, isso funcionaria como um adiantamento de contribuições previstas para vários anos.
Leia também: “O Master e os manés”, artigo de Roberto Motta publicado na Edição 307 da Revista Oeste
Executivos argumentam que a medida não representaria injeção direta de liquidez na economia. Segundo essa visão, os recursos apenas mudariam de destinação, mantendo o controle do BC sobre o sistema. O debate ganhou força depois da liquidação do Banco Master que exigiu desembolsos bilionários do FGC.
Os pagamentos reduziram de forma relevante o volume de reservas acumuladas ao longo dos últimos anos. Embora o fundo ainda mantenha um caixa considerado robusto, o setor financeiro avalia que o nível atual exige atenção. O receio é de que novos episódios de estresse ampliem a necessidade de recursos em curto prazo.
Além do uso do compulsório, bancos discutem ajustes estruturais no modelo de financiamento do FGC. Entre as propostas estão mudanças nas alíquotas e critérios mais rígidos de contribuição, especialmente para instituições de maior risco.
O Banco Central acompanha as conversas com cautela. A autoridade monetária avalia impactos sobre a política de liquidez e sobre a estabilidade do sistema financeiro. As negociações seguem em curso, sem decisão final, mas já indicam um esforço coordenado para fortalecer o FGC e reduzir riscos sistêmicos.
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Kkkkkkkkk
A BOSTILÂNDIA é Intankável mesmo! Ooohhh elite financeira corruptível corruptora e criminosa!
A retenção de parcela dos $$$ depositantes em bancos…serve COMO aumento FGC meus caros safados…
É alta essa parcela justamente por causa da credibilidade bancária reinante aqui…com banqueiros bandidagem!
Vcs querem é meter o pé na jaca com essa taxa de juros praticada na Banânia!
Os verdadeiros golpistas são dono da minas de nióbio…
Os 40% retidos de todos os depósitos bancários É justamente para não necessitar de TANTO Fundo garantidor de crédito…seus patifes!
Os banqueiros do BOSTIL eram tudo da elite escravista do café….sao viciados em escravidão no Brasil…até quando!? Já são mais de 150 anos com essa elite asquerosa!
Não é só para reduzir liquidez dos depósitos bancários …SERVE para financiar também, escondidinho/enrustido, o BC. Serve para por medo/bloquear instituições financeiras estrangeiras interessadas em concorrer no Bostil, e serve para jogar a taxa de juros na estratosfera …. SIM! O BOSTIL não é para amadores. desde 1822 e piorou muito com a republica de oligarquias.
Os EUA escaparam desse destino em virtude da Guerra Civil, custou 660 mil vidas, MAS VIVEM OTIMOS HOJE!
Povo COVARDE, vendidos/traidores/canalhas ou resignados..sem testosterona raiva de ser explorado efêmera/fulgaz (só jogar uma cesta básica com vale cocaina..pronto… o bostileiro brabo abre as pernocas.
Tem o mesmo conceito da Aditivação de Metanol na Gasolina…15%, 20%, 25% e agora 30%.
Isto é inacreditável…. tá falando grana para devolver aos criminosos.