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Política

Debora Diniz, ativista pró-aborto, sofre derrota na Justiça

Os juízes afirmaram que a estudante Giovanna Panichi ‘exerceu o direito de liberdade de expressão previsto na Constituição’

Debora Diniz é antropóloga, professora e ativista pró-aborto | Foto: Reprodução/Redes sociais
Debora Diniz é antropóloga, professora e ativista pró-aborto | Foto: Reprodução/Redes sociais

A ativista pró-aborto Debora Diniz sofreu mais uma derrota na Justiça contra a influenciadora digital Giovanna Panichi, que rebateu sua pesquisa sobre a morte de bebês no ventre materno.

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Ao apontar liberdade de expressão prevista na Constituição, o Tribunal de Justiça do Distrito Federal (TJDFT) negou que a estudante, de 19 anos, indenize a militante em R$ 50 mil por danos morais. A Corte publicou a decisão no Diário Oficial da União, em 13 de setembro.

A derrota na Justiça

Debora Diniz processou Giovanna, depois de a estudante de economia mostrar erros na fala da militante sobre o número de abortos no Brasil. Além disso, a influenciadora falou, em vídeo publicado nas redes sociais, sobre a relação da militante com ONGs estrangeiras.

Giovanna Panichi é estudante de Economia na Universidade de Sorbonne, na França | Foto: Reprodução/Instagram
Giovanna Panichi é estudante de Economia na Universidade de Sorbonne, na França | Foto: Reprodução/Instagram

“A liberdade de expressão é a regra”, afirmou a relatora Maria Ivatônia dos Santos. “Deve ser limitada excepcionalmente quando seu exercício abusivo causar lesão aos direitos individuais de terceiros.”

A juíza ainda disse que, quando a liberdade de expressão é exercida em face de pessoas públicas e relacionada a temas de interesse geral, essa prerrogativa “ganha ainda mais relevo frente aos demais direitos”. Além disso, citou que o posicionamento de Giovanna revela “o embate de duas visões e que não fere a personalidade” da ativista.

Entenda o caso

Em setembro de 2023, Giovanna contrariou as estatísticas da Pesquisa Nacional do Aborto apresentadas por Debora Diniz. Segundo a estudante, os números citados pela ativista (500 mil abortos realizados no Brasil anualmente) são falsos.

De acordo com Giovanna, a ativista se baseou na quantidade de internações, em razão de todos os abortos — provocados ou que ocorrem naturalmente.

Debora Diniz tentou censurar o vídeo de Giovanna 

Depois disso, Debora Diniz tentou censurar o vídeo de Giovanna. A Justiça, no entanto, negou o pedido da ativista. Na solicitação, a militante alegou que as informações ditas pela estudante se tratavam de fake news.

Debora ainda tentou censurar o vídeo pela segunda vez, mas não conseguiu. Não satisfeita com a decisão da Justiça, exigiu retratação pública de Giovanna e uma indenização de R$ 50 mil. Os juízes, no entanto, foram favoráveis à estudante. 

Depois de entrar com o quarto recurso, os juízes afirmaram que a influenciadora exerceu o direito de liberdade de expressão e decidiram que Debora Diniz terá de pagar os custos processuais gerados e os honorários à Giovanna.

Leia também: “Não há nada progressista na política identitária”, artigo de Tom Slater, da Spiked, publicada na Edição 174 da Revista Oeste

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4 comentários
  1. CHARLES VARASCHIM
    CHARLES VARASCHIM

    ASSIM SÃO AS FEMINISTAS, SEMPRE DISTORCENDO A VERDADE, GOSTAM DA MENTIRA. NADA CONTRA AS MULHERES, QUE FIQUE BEM CLARO ISSO .

  2. Christian
    Christian

    A Débora é o próprio resíduo de aborto que sobreviveu (Sabe lá como)…

  3. Gilson Herz
    Gilson Herz

    Tomou no cú sua escrota débora diniz. Você não merece nem ter escrito o nome com iniciais maiúsculas. Você é vil, canalha, um ser escroto da pior espécie. Você deveria ter sido abortada.

  4. Elton Teixeira Machado
    Elton Teixeira Machado

    Abortista é uma corja da pior espécie. O modus operandi das feministas em geral é sempre esse: basta que alguém fale algo que elas não gostem, que elas já partem imediatamente tentando caluniar, perseguir e censurar a pessoa. Além disso, feministas divulgam estatísticas e pesquisas forjadas o tempo inteiro.

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