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Política

Deputada do PT rejeita acordo e segue presa em Israel

Luizianne Lins estava na flotilha que, sob liderança da ativista ambiental sueca Greta Thunberg, foi interceptada pela Marinha israelense

luizianne lins - pt - flotilha greta
A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) grava vídeos para as redes sociais diretamente da flotilha que, segundo o governo de Israel, era financiada pelo grupo terrorista Hamas | Foto: Reprodução/Facebook/@luiziannelinsPT

A deputada federal Luizianne Lins (PT-CE) permanece detida pelas autoridades israelenses em Ketziot, no Deserto de Neguev. A situação foi confirmada no fim da tarde deste sábado, 4, pela equipe de comunicação dela. A petista recusou acordo de deportação.

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Luizianne fazia parte da flotilha com destino à Faixa de Gaza quando foi detida, junto a outros integrantes brasileiros, pela Marinha de Israel. A interceptação ocorreu na última quarta-feira, 1º, no Mar Mediterrâneo.

“A deputada Luizianne Lins, conforme relatado pela advogada que acompanha a delegação brasileira, decidiu não assinar o documento de deportação acelerada oferecido pelas autoridades israelenses”, anunciou a equipe da congressista. “A parlamentar considerou o documento abusivo e que, por sua trajetória na defesa dos direitos humanos, entendeu que sua responsabilidade ia além de sua própria situação.”

Flotilha de Greta

Sob liderança da ativista ambiental sueca Greta Thunberg, a flotilha tentava furar o bloqueio israelense e, consequentemente, chegar à Faixa de Gaza. O grupo alegava a tentativa de entregar mantimentos à população do território palestino.

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A flotilha, que contava com a presença da deputada petista, se envolveu em polêmicas. Primeiramente, um dos coordenadores do movimento renunciou devido à participação de ativistas do movimento LGBT na viagem. Posteriormente, Israel divulgou documentos que indicam o financiamento do grupo terrorista Hamas na iniciativa.

O Hamas é o responsável pela ação militar israelense na Faixa de Gaza. Em 7 de outubro de 2023, terroristas deixaram o enclave palestino e invadiram o sul de Israel para estuprar, assassinar e sequestrar civis. Até hoje, 48 pessoas seguem como reféns do grupo terrorista.

Luizianne Lins e outros brasileiros detidos em Israel

A deputada Luizianne Lins não era a única representante da esquerda brasileira na flotilha. Ao todo, 14 brasileiros participavam do movimento encarado pelo governo israelense como em favor do Hamas. Vereadora pelo Psol de Campinas (SP), Mariana Conti e a presidente do diretório gaúcho psolista, Gabi Tolotti, também haviam embarcado rumo à Faixa de Gaza, assim como o ativista Thiago Ávila.

De acordo com o portal UOL, quatro dos brasileiros presos por Israel anunciaram greve de fome. Além de Ávila, estão nessa situação João Aguiar, Bruno Gilga e Ariadne Telles.

Leia também: “Um presente para o Hamas”, reportagem de Carlo Cauti publicada na Edição 289 da Revista Oeste

29 comentários
  1. Felício Soethe
    Felício Soethe

    A cambada esquerdista estava procurando sarna para se coçar e achou. Que fiquem por lá até a coceira passar.

  2. Wilson Motizuki
    Wilson Motizuki

    A sua excelência ja deveria pedir a cidadania palestina e ficar por ai!

  3. Almir Fernandes de Souza Júnior
    Almir Fernandes de Souza Júnior

    Cada um chama atenção como pode né.

  4. Lauro Patzer
    Lauro Patzer

    Essa turminha esquerdista gosta de “aparecer”. Acho que é uma tática intencional para forjar uma prisão em Israel e se fazer de vítima, ao mesmo tempo chamar atenção sobre si.

  5. Augusto de Resende Filho
    Augusto de Resende Filho

    Por favor mantenham a deputada turista aí, até 2050, farão um bem a maioria dos brasileiros.

  6. paulo jose do nascimento filho
    paulo jose do nascimento filho

    Teatrinho para esquerdopata burro ver. Vagabundeando com o sustento de deputada

  7. MNJM
    MNJM

    Que fiquem por lá, aqui não fazem falta alguma, querem aparecer. Como já foi comprovado não encontraramn a flotilha nenhuma ajuda humanitária.

  8. Plínio de Assis Tavares Junior
    Plínio de Assis Tavares Junior

    Troquem a loira do PT por israelenses reféns. Não fará falta alguma.

  9. Erasmo Silvestre da Silva
    Erasmo Silvestre da Silva

    Essa deputada do foro de São Paulo não é a favor de palestino nenhum nem ela nem ninguém que está nas 35 flotilhas financiadas pelo Hamas. Por eles os palestinos podem morrer. Esse negócio de proteger o povo palestino é o pano de fundo pra defender os países e grupos terroristas que querem exterminar o povo israelense

  10. Silva lilica
    Silva lilica

    Israel devia colocar de volta nos “iates” e devolver ao mar, rumo a Gaza.

  11. Fabian Berman
    Fabian Berman

    Estes esquerdopatas que fiquem na prisão por bastante tempo . Nao estão fazendo falta aqui no Brasil.

  12. Inteligencia Artificial
    Inteligencia Artificial

    O livro negro do comunismo não busca justificar ou encontrar causas para os atos cometidos sob a bandeira do comunismo. Tampouco pretende ser mais um capítulo na polêmica entre esquerda e direita, discutindo fundamentos ou teorias marxistas. Trata-se, sobretudo, de lançar luz a um saldo estarrecedor de mais de sete décadas de história de regimes comunistas: massacres em larga escala, deportações de populações inteiras para regiões sem a mínima condição de sobrevivência, fome e miséria que dizimaram milhões, enfim, a aniquilação de homens, mulheres, crianças, soldados, camponeses, religiosos, presos políticos e todos aqueles que, pelas mais diversas razões, se encontraram no caminho de implantação do que, paradoxalmente, nascera como promessa de redenção e esperança.
    “…os regimes comunistas tornaram o crime em massa uma forma de governo”. Usando estimativas não oficiais, apresenta um total de mortes que chega aos 94 milhões. A estimativa do número de mortes alegado por Courtois é a seguinte:
    • 20 milhões na União Soviética
    • 65 milhões na República Popular da China
    • 1 milhão no Vietname
    • 2 milhões na Coreia do Norte
    • 2 milhões no Camboja
    • 1 milhão nos Estados Comunistas do Leste Europeu
    • 150 mil na América Latina
    • 1,7 milhões na África
    • 1,5 milhões no Afeganistão
    • 10 000 mortes “resultantes das ações do movimento internacional com

    Em edição revisada e com capa nova, O livro negro do comunismo traz uma vasta e complexa pesquisa — os locais, as datas, os fatos, os carrascos, as vítimas contadas às dezenas de milhões na URSS e na China, e os milhões em pequenos países como a Coreia do Norte e o Camboja. Além disso, a obra é amparada por um encarte de 32 páginas com cerca de 80 imagens e por mapas que situam e oferecem ainda mais embasamento ao leitor.

    Publicado originalmente na França, no momento em que a Revolução de Outubro de 1917 completava 80 anos, O livro negro do comunismo logo se tornou sucesso de livraria, com enorme repercussão, e deflagrou diversas polêmicas. Com mais de um milhão de exemplares vendidos no mundo e traduzido para mais de 25 idiomas, O livro negro do comunismo se consagrou e segue como uma obra referencial em estudos sobre o tema até os dias atuais, desempenhando um papel fundamental na compreensão das tragédias e complexidades do século XX.

    A grande fome de Mao
    por Frank Dikötter (Autor)

    ””(QUANDO NAO HÁ BASTANTE PARA COMER, AS PESSOAS MORREM DE FOME. É MELHOR DEIXAR METADE DAS PESSOAS MORREREM, PARA QUE A OUTRA METADE POSSA SE SACIAR. )”” MAO TSÉ-TUNG …
    Nao tem como aplicar o “”AD Hominem “” , esse individuo foi um DEMONIO.

    Este relato é uma reformulação fundamental da história da República Popular da China. Com riqueza de detalhes, pesquisa e um texto pontual, Frank Dikötter expõe um importante período da história chinesa e mostra que, em vez de desenvolver o país para se equiparar às superpotências mundiais, comprovando assim o poder do comunismo — como Mao imaginara —, o Grande Salto Adiante na verdade foi um passo gigante e catastrófico na direção oposta. O país virou palco de um dos assassinatos em massa mais cruéis de todos os tempos: pelo menos 45 milhões de pessoas morreram de exaustão, fome ou vítimas de abusos mortais das autoridades. Descortinando as maquinações cruéis nos corredores do poder e o cotidiano da população comum, A grande fome de Mao dá voz aos mortos e esquecidos.

  13. Osmar Martins Silvestre
    Osmar Martins Silvestre

    Ainda não se deram conta que estão em Israel, um país em guerra há décadas e que não vai se assustar com um punhado de extremistas metidos a valentões. A matéria cita que quatro brasileiros anunciaram greve de fome; vão ter que engolir a empáfia para não morrer de fome. Estão pensando que vão repetir o feito daquele deputado esquerdista que fez greve de fome e o motta aliviou para ele, sem se darem conta que isso aconteceu porque o motta está alinhado com o sistema; Israel não está.

  14. ELIAS
    ELIAS

    A vontade de aparecer na busca de aparentar alguma relevância que não têm e jamais terá.

  15. Mário Abranches da Silva
    Mário Abranches da Silva

    A Greta foi maior, o barco afundou, ela pulou fora e deixou a petralhas com o buraco, a marmita de Israel com certeza é melhor que o pão com mortadela, fique aí lama de curral.

  16. Ana Cláudia Chaves da Silva
    Ana Cláudia Chaves da Silva

    Aconselho a ficar por lá mesmo. Um esquerdista canalha a menos por aqui

  17. Joaz Santana Praxedes
    Joaz Santana Praxedes

    A deputada prefere estar presa em Israel a ficar livre no Brasil… Fazer o quê? rs

  18. Jorge Augusto Santos
    Jorge Augusto Santos

    Tomara que fique por lá pelo menos 27 anos kkkk

  19. Christian
    Christian

    Levem eles para os portões de Gaza e não deixem eles retornarem…

  20. Pedro Silas Pires dos Anjos
    Pedro Silas Pires dos Anjos

    Pegaram o bonde errado. Deveriam ficar por lá. E nos abençoar com as suas ausências .

  21. Luciano Espinheira Fonseca Junior
    Luciano Espinheira Fonseca Junior

    Mantenham essa coisa em cana!!! Amolecerá rapidinho!!!

  22. Carlos
    Carlos

    Bando de imbecis. Podiam muito bem ficar por lá. Essa deputada quer garantir a proxima eleição. Uma pena o povo cearense votar em massa no PT. Merecem coisa melhor.

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