-Publicidade-

Brasil é o 2º país que mais ofereceu benefícios fiscais durante a pandemia na América do Sul

Medidas anunciadas pelo governo atingem 11,8% do PIB e só perdem para o valor ofertado pelo Peru, de 15,8%.
Primeiro-ministro, Walter Martos, peruano em visita a uma regiçao afetada pelo coronavírus no país | Foto:  Presidência do Conselho de Ministros do Peru/Flickr
Primeiro-ministro, Walter Martos, peruano em visita a uma regiçao afetada pelo coronavírus no país | Foto: Presidência do Conselho de Ministros do Peru/Flickr | benefícios fiscais, coronavírus, pandemia, relatório, kpmg, brasil, governo federal, peru

Medidas anunciadas pelo governo atingem 11,8% do PIB e só perdem para o valor ofertado pelo Peru, de 15,8%

benefícios fiscais, coronavírus, pandemia, relatório, kpmg, brasil, governo federal, peru
Primeiro-ministro, Walter Martos, peruano em visita a uma regiçao afetada pelo coronavírus no país
Foto: Presidência do Conselho de Ministros do Peru/Flickr

O relatório “Uma análise do impacto econômico da covid-19 na América do Sul”, divulgado pela empresa de auditoria financeira KPMG, contradiz àqueles que insistem em afirmar que o governo federal não deu o devido apoio financeiro ao país durante a pandemia.

De acordo com as informações colhidas pelo relatório, o Brasil é o segundo país que mais ofereceu benefícios fiscais durante a crise do coronavírus na América do Sul.

As medidas anunciadas pelo governo tiveram um custo de 11,8% do Produto Interno Bruto (PIB, a soma de todas as riquezas produzidas aqui) do ano. Só perde para o que foi ofertado no Peru, que ficou em 15,8% do PIB.

Cabe dizer que a taxa de mortalidade do país vizinho é, segundo o site Worldmeters, a segunda maior do mundo, com 1.020 mortes a cada um milhão de habitantes.

Entre as medidas que usaram os recursos federais no Brasil estão, ainda segundo o relatório da KPMG, “apoio temporário à renda das famílias vulneráveis  e compensação aos trabalhadores temporariamente  suspensos ou com redução do horário de trabalho.” Ou seja, o auxílio emergencial, popularmente conhecido como coronavoucher, e os acordos trabalhistas que garantiram o emprego de milhões de brasileiros durante toda a pandemia.

Acesse também: Painel covid-19: A evolução da doença no Brasil e no mundo

* O espaço para comentários é destinado ao debate saudável de ideias. Não serão aceitas postagens com expressões inapropriadas ou agressões pessoais à equipe da publicação, a outro usuário ou a qualquer grupo ou indivíduo identificado. Caso isso ocorra, nos reservamos o direito de apagar o comentário para manter um ambiente respeitoso para a discussão.

1 comentário

Envie um comentário

-Publicidade-
Exclusivo para assinantes.
R$ 19,90 por mês