Pico de mortes por covid-19 no Brasil já passou

De acordo com a análise dos gráficos do Registro Civil, desde que não haja uma segunda onda de contaminação no no país, o pior já passou
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De acordo com a análise dos gráficos do Registro Civil, desde que não haja uma segunda onda de contaminação no país, o pior já passou

Ilustração

Em junho, Oeste fez uma reportagem em que reuniu algumas considerações e dados sobre a pandemia. Apesar da imprecisão na produção de estatísticas no Brasil, a análise de alguns gráficos permitiu inferir que as mortes por covid-19 no Brasil atingiram o pico no mês de maio.

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Para o médico cardiologista Juliano Lara Fernandes, formado pela Unicamp, com doutorado na FMUSP e MBA em Gestão de Sistemas de Saúde pela FGV, a análise dos gráficos indica que o mês de maio foi muito mais de “consolidação e saída da pandemia” do que de intensificação e piora do quadro no país. Ou seja, desde que não haja uma segunda onda de contaminação no Brasil, o pior já passou.

No gráfico abaixo, as informações do Registro Civil indicam que desde 8 de maio já é possível identificar uma estabilização na curva de mortes no país.

É preciso considerar que a partir de 22 de junho os números estão atrasados e ainda serão atualizados, conforme os trâmites legais dos cartórios de Registro Civil.

Na cidade de São Paulo, onde bares, restaurantes e salões de beleza reabriram nesta segunda-feira 6 depois de 104 dias fechados por causa do isolamento social, as mortes por covid-19 também atingiram o pico em maio. No gráfico, as informações do Registro Civil mostram que, a partir do dia 21 de maio, é possível identificar uma estabilização na curva de mortes na cidade.

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É preciso considerar que a partir de 22 de junho os números estão atrasados e ainda serão atualizados, conforme os trâmites legais dos cartórios de Registro Civil.

Clique aqui e veja os números da covid-19 no Brasil e no mundo

Conforme noticiou Oeste, o ritmo de contaminação do coronavírus no Brasil desacelera a cada semana. Entretanto, mesmo com os dados apontando para um arrefecimento da pandemia, parte da população ainda não se sente segura para retornar à normalidade. Em um painel que captou, entre os dias 23 e 29 de junho, dados extraídos das redes sociais divulgado pela fsb comunicação, as três sensações mais recorrentes no universo das mídias digitais são — saudade, depressão e medo, nessa ordem. É o retrato de uma doença que, além de ceifar vidas, espalhou o pânico, paralisou atividades econômicas, destruiu empregos, levou à falência milhares de empresas e comprometeu a saúde mental das pessoas.

 

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