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Economia

Inflação deve ficar em 5,44% em 2022, diz Boletim Focus

Em relação ao PIB, mercado manteve a projeção de crescimento econômico do país para este ano em 0,3%

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Quanto ao Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA), o mercado prevê uma queda de 0,44% no índice — de 4,51 % ao ano para 4,49% ao ano | Foto: Ahmad Ardity/Pixabay

Analistas do mercado financeiro consultados pelo Boletim Focus, do Banco Central (BC), elevaram pela quarta semana consecutiva a projeção para a inflação no Brasil em 2022.

Segundo o relatório do Boletim Focus divulgado nesta segunda-feira, 7, a estimativa para o Índice de Preços ao Consumidor Amplo (IPCA) neste ano subiu de 5,38% para 5,44%.

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Já para 2023, o mercado manteve a estimativa de 3,5% para a inflação.

Para este ano, a meta central de inflação é de 3,5% — ela será oficialmente cumprida se ficar entre 2% e 5%.

Em relação ao ano que vem, o mercado financeiro subiu a estimativa de inflação de 3,4% para 3,5%. No ano que vem, a meta está fixada em 3,25% e será formalmente cumprida se oscilar entre 1,75% e 4,75%.

PIB

Em relação ao Produto Interno Bruto (PIB), o mercado manteve a projeção de crescimento econômico do país para este ano em 0,3%. Para 2023, o Brasil deve avançar 1,53% (na semana passada, a projeção era alta de 1,55%).

Juros

Segundo o Boletim Focus, a taxa básica de juros da economia (Selic) fechará 2022 em 11,75% ao ano (mesma expectativa da semana passada).

Hoje, a Selic está em 10,75% ao ano, chegando aos dois dígitos pela primeira vez em mais de quatro anos.

Para 2023, a estimativa do mercado também permaneceu estável em 8% ao ano.

Boletim Focus

Embora as oscilações para mais ou para menos pareçam representar pouca diferença, um simples aumento de 0,1 ponto porcentual na estimativa de inflação ou de crescimento do PIB de uma semana para outra é significativo.

“O Focus é revisado toda semana. São 52 semanas no ano. Ele muda aos poucos. Em geral, a mediana muda mais lentamente”, explica a Oeste o economista Samuel Pessôa, pesquisador do Instituto Brasileiro de Economia da Fundação Getulio Vargas (Ibre/FGV).

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1 comentário
  1. Lucio Flavio Gonçalves
    Lucio Flavio Gonçalves

    manda o mercado mentir na puta que os pariu

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